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Morre segunda vítima de ataque a tiros em bar durante jogo do Brasil em Imperatriz, no MA

Morre segunda vítima de ataque durante jogo do Brasil em Imperatriz

G1 — Brasil · 2026-07-27T10:52:15.000Z

Morre segunda vítima de ataque durante jogo do Brasil em Imperatriz

Nadson da Silva Guedes, segunda vítima de um ataque a tiros em um bar em Imperatriz (MA), morreu nesse domingo (26), 21 dias depois de ser baleado. Ele e outras pessoas acompanhavam um jogo da Seleção Brasileira pela Copa do Mundo quando foram surpreendidos por dois homens em uma motocicleta e atiraram contra o local. A motivação do ataque ainda é investigada e ninguém foi preso.

Nadson e João Vítor da Silva Bento, de 23 anos, foram atingidos e levados em estado grave para o hospital. João Vítor morreu após passar 14 dias internado. Segundo a polícia, os dois não tinham passagens policiais nem envolvimento com organizações criminosas.

Nadson da Silva Guedes estava internado desde 5 de julho

Ataque foi registrado por câmera

O ataque aconteceu na noite de 5 de julho, enquanto clientes acompanhavam um jogo da Seleção Brasileira pela Copa do Mundo. Pouco depois das 21h, dois homens armados passaram pelo estabelecimento em uma motocicleta e atiraram várias vezes.

Uma câmera de segurança registrou o momento em que os criminosos passaram pelo bar e atiraram contra as pessoas que estavam no estabelecimento (veja abaixo).

Dois homens ficam feridos após ataque a tiros em bar em Imperatriz, no MA

Após os disparos, os autores fugiram na motocicleta. A Polícia Militar fez buscas na região, mas nenhum suspeito foi preso.

João Vítor morreu após passar 14 dias internado

A Polícia Civil informou que a investigação começou somente depois que a família de uma das vítimas registrou o boletim de ocorrência. De acordo com a Delegacia Regional de Imperatriz, o registro foi feito após a confirmação da morte de João Vítor.

A partir do boletim, a polícia iniciou diligências para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime. Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso. O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil do Maranhão.

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