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Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu (SP)
G1 — Campinas e Região · 2026-10-03T11:23:02.000Z
Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu (SP)
A Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu (SP) tem a maior seção eleitoral entre os presídios destinados a mulheres no estado de São Paulo. Segundo levantamento do g1, com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 246 pessoas da unidade estão aptas a votar no primeiro turno das eleições de 2026, agendado para domingo (4).
O número considera presas temporárias, bem como mesários, agentes penitenciários, policiais penais e servidores.
Além de Mogi Guaçu, outras cinco penitenciárias femininas no estado irão receber seções eleitorais. Confira o ranking de eleitores:
Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu (SP) - 246 eleitores
Penitenciária Feminina de Votorantim (SP) - 101 eleitores
Penitenciária Feminina de Sant'Ana, em São Paulo (SP) - 97 eleitores
Penitenciária Feminina 2 de Tremembé (SP) - 81 eleitores
Penitenciária Feminina de Pirajuí (SP) - 47 eleitores
Penitenciária Feminina de Tupi Paulista (SP) - 44 eleitores
De acordo com resolução do TSE, apenas presos provisórios — portanto, aqueles que estão recolhidos em estabelecimentos penais sem condenação criminal transitada em julgado — e adolescentes e jovens de 16 a 21 anos, submetidos à medida socioeducativa de internação, podem votar.
A participação dos presos provisórios depende de manifestação prévia, permitindo a transferência temporária do título de eleitor para uma seção instalada no local.
Com exceção de determinação contrária de um juiz eleitoral, é necessário ter o número mínimo de 20 eleitores para instalação de uma seção em uma unidade prisional.
Como funciona a votação
Urna de votação das Eleições 2026
ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo (SAP), o espaço destinado à votação é isolado dos demais ambientes da unidade e segue os mesmos protocolos adotados em qualquer outro local do país.
A disposição da urna e da cabine garante o sigilo do voto, impedindo a visualização por terceiros e mantendo o equipamento fora do alcance das câmeras de monitoramento.
A Polícia Penal atua na escolta dos votantes, acompanhando todo o deslocamento dos presos dentro da unidade, na segurança dos mesários e na proteção das urnas eletrônicas.
337 eleitores em prisões da região
Complexo Penitenciário Campinas Hortolândia, onde fica o CDP de Campinas
A região de Campinas (SP) tem 11 unidades prisionais. Dessas, apenas duas terão seções eleitorais neste ano: a Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu, com 246 eleitores, e o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Campinas, na Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença (SP-101), com 91 eleitores. Com isso, 337 eleitores estão aptos a votar em presídios da região.
Considerando todas as unidades prisionais — tanto femininas quanto masculinas —, as duas da região estão entre as 10 com mais eleitores no estado. No caso de Mogi Guaçu, só perde para o Centro de Detenção Provisória de Caraguatatuba (SP):
Centro de Detenção Provisória de Caraguatatuba (SP) - 276 eleitores
Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu (SP) - 246 eleitores
Penitenciária de Registro (SP) - 184 eleitores
Centro de Detenção Provisória de Sorocaba (SP) - 163 eleitores
Centro de Detenção Provisória de Mogi das Cruzes (SP) - 143 eleitores
Fundação Casa - Complexo Brás, em São Paulo (SP) - 108 eleitores
Penitenciária de Pontal (SP) - 104 eleitores
Penitenciária Feminina de Votorantim (SP) - 101 eleitores
Penitenciária Feminina de Sant'Ana, em São Paulo (SP) - 97 eleitores
Centro de Detenção Provisória de Campinas (SP) - 91 eleitores
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