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Policial Civil é morto: suspeito de 17 anos morreu após troca de tiros com a polícia
G1 — Brasil · 2026-07-27T13:32:35.000Z
Policial Civil é morto: suspeito de 17 anos morreu após troca de tiros com a polícia
Um adolescente de 17 anos, suspeito de participação direta no assassinato do policial civil Manoel Raimundo Leite dos Santos, morreu na noite de domingo (26) em confronto com a polícia no bairro Jardim Marco Zero, Zona Sul de Macapá. Outros dois menores se apresentaram espontaneamente na delegacia.
A Polícia Civil também identificou um quarto suspeito, que segue foragido. Todos são adolescentes. A arma do policial, levada no momento do ataque, ainda não foi localizada. A identidade dos envolvidos não foi divulgada, no entanto, foi apurado que eles fazem parte da facção Família Terror do Amapá (FTA).
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Policial assassinado em Macapá
Manoel, de 62 anos, foi morto a tiros na tarde de domingo (26) em uma área de lazer no bairro Araxá, também na Zona Sul da capital. Ele trabalhava no município de Calçoene e estava de folga com a família quando foi atacado. O policial tinha mais de 30 anos de carreira e deixa esposa, filhos e netos.
Os suspeitos atacaram o policial ao perceber que ele portava arma de fogo.
"Eles notaram a arma de fogo na sua cintura e planejaram imediatamente a investida contra o policial para obter a arma. Nesse momento, o policial esboça uma reação e aí um dos integrantes com arma de foga acaba disparando contra o rosto do policial", explica o secretário.
O agente estava acompanhado do filho, menor de idade, empinando pipa.
"Ele estava com o filho dele, menor de idade, empinando pipa e nesse momento, foi surpreendido e acabou recebendo disparo de arma de fogo", disse o secretário.
O que se sabe e o que falta esclarecer sobre morte de policial civil no Amapá
Policial civil é assassinado a tiros na Zona Sul de Macapá
Forças de segurança se pronunciam sobre morte de policial
O que se sabe sobre os suspeitos
Segundo a Polícia Civil, o crime que resultou na morte do policial teve participação de quatro adolescentes.
Eles são apontados como integrantes da facção Família Terror do Amapá (FTA) e conheciam bem a área onde o ataque aconteceu. De acordo com a investigação, os jovens agiram motivados pelo fator “oportunidade”, aproveitando o momento em que o policial estava de folga com a família.
“Foi algo eventual, uma questão de oportunidade. Eles viram essa oportunidade e acabaram atacando, o que culminou nessa brutalidade, ceifando a vida do policial”, disse.
A polícia descarta a hipótese de que os suspeitos conheciam previamente a rotina do agente antes da ação que terminou em homicídio.
Ação das forças policiais no caso
Logo após o crime, as forças de segurança do Amapá iniciaram uma operação conjunta para localizar os responsáveis. A ação envolveu diferentes órgãos e foi coordenada para garantir uma resposta rápida.
"Desde o momento em que recebemos a informação, a segurança pública se uniu em um propósito único. A primeira equipe a chegar ao local foi a Polícia Militar. A partir daí, iniciamos uma ação conjunta com todos os órgãos de segurança para garantir uma resposta rápida e efetiva”, finalizou.
Policial civil foi assassinado no bairro Araxá, em Macapá.
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