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PM usa bateria de carro para garantir votação após falta de energia em povoado de Goiás; vídeo

PM usa bateria de carro para garantir votação após falta de energia em povoado de Goiás

G1 — Brasil · 2026-10-05T15:10:31.000Z

PM usa bateria de carro para garantir votação após falta de energia em povoado de Goiás

O sargento Douglas José, do Batalhão de Polícia Militar de Operações Ambientais (BPMOA), usou a bateria do próprio carro para garantir a votação após a energia cair em Goiatuba, distrito de Rubiataba, no oeste de Goiás. No vídeo gravado pelo sargento, é possível ver a ligação feita para manter a urna funcionando durante a votação do primeiro turno das eleições (veja acima).

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Ao g1, ele contou que estava escalado para trabalhar no dia da eleição em um colégio eleitoral, quando acabou a energia por volta das 13h. “Até então, estava tranquilo, porque as urnas têm bateria para bancar todo o resto da eleição. No entanto, passou um pouco, a bateria acabou, a urna apagou e ainda tinha gente para votar”, relatou o sargento.

O g1 entrou em contato com a concessionária Equatorial para esclarecer os motivos da falta de fornecimento de energia, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem. O Batalhão de Polícia Militar de Operações Ambientais (BPMOA) informou que a falta de energia ocorreu em decorrência das condições climáticas instáveis na região.

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O sargento contou que carrega consigo vários equipamentos, pois o batalhão em que atua atende a zona rural. Um desses equipamentos é o inversor de potência, que transforma o 12 volts ou 24 volts em 220 volts.

“Lancei mão desse equipamento e falei com populares e eles trouxeram uma extensão. Eu estava com meu carro particular, liguei e coloquei o inversor na tomada de 12 V. Liguei a internet do colégio e também a urna”, explicou. Ele esclareceu que ligou a internet para que a concessionária de energia fosse acionada a respeito da falta de fornecimento.

“Passou um pouco, o pessoal da Justiça Eleitoral chegou com uma nova bateria, mas junto com eles chegou a energia também. Depois disso, a eleição continuou sem nenhum tipo de alteração”, lembrou.

Segundo o sargento, situações como essa são comuns no trabalho. Ele citou que já precisou usar catraca para amarrar uma carga que se soltou de um usuário de rodovia, já deu carga em bateria e desatolou veículos de populares.

“No cotidiano do serviço policial militar, são n situações que a gente se depara, muitas delas não fazem parte de nossa função constitucional, mas somos forjados para servir e proteger e se preciso lançar mão de algo pessoal que pode ajudar alguém. Não tem porquê não fazer… Onde tem criatividade e vontade de ajudar, o particular dá lugar para o bem comum”, declarou.

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