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Foi em 1929 que o surrealista belga René Magritte materializou a separação entre objeto e representação na canônica pintura "A Traição das Imagens". A obra é inescapável. Sob o fundo bege, um cachimbo marrom, de piteira escura, separada da…
Folha — Em Cima da Hora · 2026-07-27T18:00:00.000Z
Foi em 1929 que o surrealista belga René Magritte materializou a separação entre objeto e representação na canônica pintura "A Traição das Imagens". A obra é inescapável. Sob o fundo bege, um cachimbo marrom, de piteira escura, separada da cabeça por uma faixa clara. Abaixo da imagem, inscrito em francês, em letras cursivas, o mote repetido ad nauseam, "isto não é um cachimbo". A proposta era clara. O objeto e sua representação não são uma coisa só.
Leia mais (07/27/2026 - 15h00)