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Após primeira desova, projeto localiza 13 ninhos de quelônios em praias artificiais próximas à Usina de Balbina

Ninhos de tracajás sendo monitorados no interior do Amazonas

G1 — Brasil · 2026-10-06T14:13:15.000Z

Ninhos de tracajás sendo monitorados no interior do Amazonas

As equipes do Projeto Quelônios de Balbina identificaram, até o momento, 13 ninhos de quelônios nas praias artificiais próximas à Usina Hidrelétrica de Balbina, em Presidente Figueiredo, no interior do Amazonas. Desses, quatro são de tartaruga-da-Amazônia e nove de tracajá.

O primeiro registro de desova da temporada foi feito em 19 de agosto e corresponde a uma tartaruga-da-Amazônia.

🐢Com quatro décadas de atuação, a iniciativa já devolveu mais de 180 mil animais à natureza ao longo do Rio Uatumã, ajudando na preservação da biodiversidade da Região Metropolitana de Manaus.

Segundo a gerência de Meio Ambiente da AXIA Energia, responsável pela usina, a primeira desova registrada nesta temporada ocorreu em 19 de agosto e foi de uma tartaruga-da-Amazônia.

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Após a identificação do primeiro ninho, o Centro de Preservação e Pesquisa de Mamíferos e Quelônios Aquáticos intensificou o monitoramento das áreas de reprodução.

"O trabalho envolve identificar e marcar os ninhos, proteger as áreas de incubação e acompanhar o nascimento dos filhotes. As praias artificiais proporcionam um ambiente controlado para o desenvolvimento dos ovos e ajudam a reduzir os riscos durante a reprodução", destacou Shislena Botelho, gerente de Meio Ambiente da concessionária na região Norte.

O monitoramento do ciclo reprodutivo continuará nas praias artificiais até o nascimento e a soltura dos filhotes, previstos para ocorrer até janeiro de 2027.

Neste ano, o programa participou da soltura de cerca de 30 mil filhotes na região. Desse total, 13.289 foram reintroduzidos em áreas sob influência direta da hidrelétrica.

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