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Um fazendeiro foi preso pela Polícia Federal nesta terça-feira (6), em Sinop, a 503 km de Cuiabá, durante a segunda fase da Operação Mállku.
G1 — Brasil · 2026-10-07T19:05:30.000Z
Um fazendeiro foi preso pela Polícia Federal nesta terça-feira (6), em Sinop, a 503 km de Cuiabá, durante a segunda fase da Operação Mállku.
Um fazendeiro foi preso pela Polícia Federal nesta terça-feira (6), em Sinop, a 503 km de Cuiabá, durante a segunda fase da Operação Mállku, que investiga um grupo suspeito de transportar cocaína da Bolívia para o Brasil por meio de aeronaves.
Segundo a Polícia Federal, o proprietário mantinha uma fazenda que era utilizada como ponto de apoio para a atividade criminosa. A aeronave usada no transporte da droga realizava pousos na propriedade, conforme a investigação.
A prisão foi preventiva. Até a última atualização desta reportagem, a polícia não havia divulgado a identidade do suspeito.
A investigação começou após a apreensão de cerca de 511 kg de cocaína, em fevereiro deste ano, em Marcelândia, a 640 km de Cuiabá. De acordo com a polícia, a droga era transportada por uma aeronave que havia partido de uma região rural no leste da Bolívia.
A partir das provas obtidas na apreensão e das ações realizadas posteriormente, os investigadores identificaram pessoas que, segundo as autoridades, atuavam em diferentes etapas da logística para levar e distribuir a droga no Brasil.
A polícia informou que as investigações continuam para identificar e responsabilizar outros possíveis envolvidos, incluindo financiadores, pilotos, operadores logísticos e pessoas responsáveis por disponibilizar propriedades rurais e pistas utilizadas pelas aeronaves.
A primeira fase da Operação Mállku foi realizada em junho, quando a Polícia Federal cumpriu sete mandados judiciais em Mato Grosso e São Paulo. Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão.
A Polícia Federal apreendeu 500 quilos de cocaína no município de Marcelândia
Na ocasião, os investigadores apuraram que a cocaína tinha origem na Bolívia e entrava no Brasil por uma rota aérea clandestina. A investigação foi aberta depois da apreensão de mais de meia tonelada da droga em uma propriedade rural de Marcelândia.
Segundo a polícia, as provas reunidas apontaram para uma estrutura responsável pela logística de transporte da cocaína desde a fronteira boliviana até o território brasileiro.