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Grupo autodenominado como "Equipe Quebra Tudo 999" entrava em casas para roubar joias e dinheiro.
G1 — Brasil · 2026-10-08T09:36:11.000Z
Grupo autodenominado como "Equipe Quebra Tudo 999" entrava em casas para roubar joias e dinheiro.
A Polícia Civil realiza, na manhã desta quinta-feira (8), a Operação Chave Mestra, contra uma quadrilha suspeita de furtar e roubar residências na capital paulista e nas cidades de Americana e Jundiaí, no interior de São Paulo. A ação é coordenada por policiais do 42º Distrito Policial (Parque São Lucas), na Zona Leste da capital.
Ao todo, são cumpridos 11 mandados de prisão temporária e 27 mandados de busca e apreensão. A operação iniciou na madrugada e conta com um efetivo mínimo de 40 policiais e 20 viaturas.
Segundo a investigação, o grupo atua há cerca de um ano e seria especializado em crimes contra residências. Os criminosos são suspeitos de furtar e roubar dinheiro, joias e veículos, além de posteriormente encaminhar parte dos bens para receptação.
A investigação começou há cerca de três meses. De acordo com a Polícia Civil, a apuração teve como um dos pontos de partida a abordagem de quatro suspeitos por policiais militares, em 19 de junho de 2026.
Na ocasião, quatro suspeitos estavam em um Jeep Renegade. Dentro do veículo, segundo a polícia, foram encontradas ferramentas que poderiam ser usadas em arrombamentos, como pés de cabra e chaves de fenda grandes, além de luvas, roupas e quatro celulares.
Com autorização judicial, os investigadores tiveram acesso aos dados do celular de um dos suspeitos.
Segundo a polícia, a análise do aparelho revelou a existência de um grupo que se autodenominava "Equipe Quebra Tudo 999".
Investigação aponta que grupo agia havia cerca de um ano na capital, em Americana e Jundiaí, no interior do estado.
Divisão de tarefas
Ainda de acordo com a investigação, a organização teria uma divisão de tarefas entre os integrantes, envolvendo a preparação dos crimes, a execução dos arrombamentos e a receptação dos bens furtados ou roubados.
As diligências realizadas posteriormente permitiram, segundo a Polícia Civil, identificar os investigados e individualizar a participação de cada um na preparação logística, na execução dos crimes ou na receptação dos bens.
A operação foi autorizada pela Justiça. Os 27 mandados de busca e apreensão foram expedidos para diferentes endereços, enquanto os 11 mandados de prisão temporária têm como alvo pessoas investigadas por participação na associação criminosa.
A ocorrência é investigada pelo 42º DP como furto qualificado em residência e associação criminosa.