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4º juizado de Anápolis, em Goiás
G1 — Brasil · 2026-10-09T14:45:45.000Z
4º juizado de Anápolis, em Goiás
Uma funerária condenada a pagar indenização por danos morais após um acidente durante o transporte precisou levar o corpo de volta à clínica funerária para colocá-lo em outro caixão, segundo a defesa da família. O incidente atrasou o velório e deixou os familiares ainda mais abalados.
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O g1 entrou em contato com a Primafe Assistência Familiar Ltda., conhecida como Primavera Fênix, mas a empresa não respondeu aos questionamentos até a publicação desta reportagem.
Ao g1, o advogado Lucas de Carvalho Benitez, que representa a família, disse que dois funcionários transportavam a urna até o local da cerimônia quando perderam o controle do carrinho ao passar por uma rampa de acesso ao velório.
“Caiu de um carrinho que é usado para carregar o caixão. Quebrou toda a parte de baixo e o caixão ficou quebrado no chão”, disse.
Após o acidente, o corpo precisou retornar à clínica funerária, onde foi colocado em outro caixão. Segundo o advogado, o procedimento provocou atraso no velório.
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O caso aconteceu em 2 de julho de 2026. A ação foi movida pelo filho do homem, representado pelo advogado que atua na área de Direito do Consumidor. Inicialmente, a família pediu R$ 20 mil em indenização por danos morais, mas a Justiça fixou o valor em R$ 5 mil.
A decisão foi proferida em 5 de outubro pelo juiz Glauco Antônio de Araújo, do 4º Juizado Especial Cível da comarca de Anápolis. Na sentença, o magistrado considerou configurada a falha na prestação do serviço.
Segundo a decisão, a funerária não compareceu à audiência de conciliação e não apresentou defesa no processo. A sentença ainda cabe recurso.
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