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Colocar um filho ou o cônjuge como cotitular da conta bancária é uma prática comum entre famílias. Além de facilitar pagamentos e a administração do dinheiro em vida, existe outra razão: a crença de que, quando um dos titulares morrer, o…
Folha — Mercado · 2026-10-09T21:00:00.000Z
Colocar um filho ou o cônjuge como cotitular da conta bancária é uma prática comum entre famílias. Além de facilitar pagamentos e a administração do dinheiro em vida, existe outra razão: a crença de que, quando um dos titulares morrer, o outro continuará movimentando normalmente os recursos. Para aquela parte do patrimônio, a sucessão parece resolvida. Mas será que está?
Leia mais (10/09/2026 - 18h00)