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Corpos negros soterrados por livros abrem 'O Avesso da Pele' no Teatro Estúdio

O espetáculo começa antes de qualquer palavra. O público entra, ocupa as cadeiras, aguarda. No palco, não há atores à vista - apenas uma montanha de centenas de livros empilhados sem ordem aparente, formando um relevo que atravessa o…

Folha — Em Cima da Hora · 2026-07-28T14:00:00.000Z

O espetáculo começa antes de qualquer palavra. O público entra, ocupa as cadeiras, aguarda. No palco, não há atores à vista - apenas uma montanha de centenas de livros empilhados sem ordem aparente, formando um relevo que atravessa o espaço cênico. O espectador olha para aquela paisagem de papel sem saber que está encarando os próprios intérpretes. Eles estão debaixo dos volumes. Imóveis, invisíveis, incorporados à cenografia que os oculta.

Leia mais (07/28/2026 - 11h00)

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