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Palpites e dicas para Coritiba x Cruzeiro pelo Brasileirão

Coritiba terá o retorno de Sebastián Gomez contra o Cruzeiro

ge — Futebol · 2026-07-28T22:47:38.000Z

Coritiba terá o retorno de Sebastián Gomez contra o Cruzeiro

Quando o campeonato parou para a Copa do Mundo passar, o Coritiba contava com uma invencibilidade de seis jogos em casa pela Série A, mas o Palmeiras acabou com essa sequência logo no primeiro jogo pós-Mundial (3 a 1).

O Coritiba está com a quarta pior campanha mandante (3 V, 3 E, 3 D, 44%), com o quarto pior ataque caseiro (11 gols, média 1,22) e a sexta pior defesa (11 gols sofridos, 1,22). Não fez gol em dois dos nove jogos em casa (22%), quinta pior marca, e não sofreu gol em dois deles (22%), 13ª marca.

O Cruzeiro não perde como visitante há oito jogos, considerando também Libertadores e Copa do Brasil (4 V, 4 E, 0 D). Está com a nona campanha forasteira na Série A (3 V, 2 E, 4 D, 41%), com o oitavo ataque (dez gols, 1,11) e a quarta pior defesa visitante (17 gols sofridos, 1,89). Não fez gol em dois dos nove jogos fora de casa (22%), oitava marca, e não levou gol em um deles (11%), nona marca.

São duas equipes perigosas em contra-ataques, o Coritiba com seis gols marcados assim (segunda maior marca da competição), e o Cruzeiro com quatro gols (quinta maior marca). Risco maior para o Cruzeiro, que já sofreu quatro gols dessa forma (14ª marca), dois deles quando visitante.

Um grande problema do Coritiba é a baixa produtividade ofensiva: é o mandante com menor média de finalizações (10,6 por partida) e conta com a 11ª eficiência, um gol a cada 9,5 tentativas. Essa eficiência é importante porque o Cruzeiro está com a segunda menor resistência defensiva forasteira, um gol sofrido a cada 6,9 conclusões contrárias. com média de 13,1 finalizações sofridas por partida, sétima marca.

No ataque, o Cruzeiro é o sétimo visitante em finalizações feitas (11,7), com a nona eficiência, um gol a cada 10,5 tentativas. Como produz pouco no ataque, a defesa do Coritiba fica sobrecarregada, e a equipe é a mandante que mais permite finalizações de adversários (15,7), com a quinta maior resistência defensiva, um gol sofrido a cada 12,8 conclusões contrárias.

No agregado dos mandos, o Coritiba é o time que mais sofre finalizações de fora da área: foram 158 que resultaram em quatro gols. Curiosamente, o Cruzeiro é o time que menos sofreu finalizações de fora da área: 79 que também resultaram em quatro gols.

Não é o único extremo oposto entre as equipes: o Cruzeiro tem a segunda maior média de posse de bola no campeonato (53,8%), e o Coritiba tem a menor de todas as 20 equipes (42,7%), o que ajuda a entender por que finaliza pouco.

Mesmo ficando pouco com a bola, o Coritiba é apenas a 17ª equipe em desarmes (12,9 por jogo) e a menos faltosa da Série A (10,3), sendo a equipe com menor número de ações de combate no campeonato (23,2 por partida).

O Cruzeiro é o oposto: tem a segunda maior posse de bola e é o sexto time em desarmes (14,8) e o sexto com mais faltas cometidas (14,2), sendo o sexto time com maior número de ações de combate por jogo (29,0).

*As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, José Victor Meirinho, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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