ITATIBA1

Homem é condenado a mais de 13 anos de prisão por estupro de vulnerável no interior do TO

Caso aconteceu em Araguaçu após um desentendimento comercial via WhatsApp

G1 — Brasil · 2026-07-29T00:07:33.000Z

Caso aconteceu em Araguaçu após um desentendimento comercial via WhatsApp

Um homem de 22 anos foi condenado a 13 anos e quatro meses de prisão, em regime inicialmente fechado, pelo crime de estupro de vulnerável, em Araguaçu, no sul do Tocantins. Segundo o Ministério Público do Tocantins (MPTO), os abusos começaram quando a vítima tinha 5 anos e se estenderam por cinco anos. O réu não poderá recorrer em liberdade.

O nome do condenado não foi divulgado. Por isso, o g1 não conseguiu localizar a defesa dele.

De acordo com o Ministério Público, além da pena de prisão, a Justiça determinou que o homem pague uma indenização de R$ 20 mil à vítima por danos morais. A reparação financeira havia sido solicitada pelo MP.

Ainda conforme o Ministério Público, durante o processo, a defesa alegou que o réu não poderia ser responsabilizado porque era menor de idade na época dos crimes. No entanto, as investigações comprovaram que a afirmação era falsa. A Justiça apontou que parte dos crimes ocorreu em 2023, quando o réu já havia atingido a maioridade penal.

Enfermeira tinha medida protetiva e ex-marido pulou muro para cometer feminicídio, diz PM

Suspeito de assassinato em praia de Palmas é preso após polícia divulgar cartaz de procurado

Regalias a presos e movimentação de R$ 2,6 mi: o que se sabe sobre afastamento de policiais penais

Agora no g1

O promotor Jorge José Maria Neto apresentou como provas mensagens em redes sociais, laudos periciais, depoimentos de testemunhas e da própria vítima. Os elementos confirmaram que o crime foi cometido de forma repetida.

Na sentença, o juiz considerou que os abusos ocorreram com frequência ao longo dos anos e aumentou a pena em dois terços. Esse agravante é aplicado quando fica comprovado que o crime ocorreu sete vezes ou mais.

Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Leia no Itatiba1 →