ITATIBA1
O Partido Social Brasileiro (PSB) realiza nesta quarta-feira (29), em Brasília, convenção nacional que vai confirmar a candidatura de Geraldo Alckmin a vice-presidente na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição.
G1 — Política · 2026-07-29T03:00:51.000Z
O Partido Social Brasileiro (PSB) realiza nesta quarta-feira (29), em Brasília, convenção nacional que vai confirmar a candidatura de Geraldo Alckmin a vice-presidente na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição.
O encontro também marca a deliberação sobre a coligação nacional com o Partido dos Trabalhadores. O presidente Lula deve comparecer à convenção, que contará ainda com presidentes de partidos aliados, parlamentares e líderes nacionais do PSB.
O PSB será o segundo partido a formalizar apoio à pré-candidatura do petista. A primeira sigla a anunciar apoio em convenção nacional à chapa Lula-Alckmin foi o Partido Democrático Trabalhista (PDT), na semana passada. O apoio foi aprovado por unanimidade dos presentes na convenção.
Agora no g1
O presidente Lula chega à disputa eleitoral de 2026 com a mesma chapa que venceu as eleições de 2022, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e com apoio de partidos de centro e esquerda.
Além do PSB e do PDT, siglas como PCdoB, PV e PSOL sinalizaram apoio à candidatura do petista à reeleição.
🔎Os partidos têm até 5 de agosto para fazer convenções partidárias, em que oficializam candidatos e coligações para as eleições. As siglas têm até 15 de agosto para registrar no sistema da Justiça Eleitoral os candidatos escolhidos para a disputa. As propagandas eleitorais começam em 16 de agosto.
A expectativa é que alguns partidos utilizem o prazo final para formalizar apoio, conforme as convenções partidárias avancem e o cenário eleitoral vá se consolidando.
No campo da direita, o cenário está mais fragmentado. Pré-candidaturas como as do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) desenham uma disputa marcada por outras alianças e estratégias eleitorais para 2026.
Lula e Alckmin em cerimônia
Partidos com candidaturas próprias
Caiado tem trajetória ligada ao setor agropecuário, à defesa do fortalecimento da segurança pública e ao campo de centro-direita. O político busca se apresentar como uma alternativa de oposição ao governo Lula e como um nome de uma direita que se diferencia dos setores mais radicais.
Partidos sem posicionamento definido
Algumas siglas ainda não definiram apoio a nenhuma chapa para presidência.
Alguns por optarem por uma posição de neutralidade neste momento da disputa, e dando aos seus filiados espaços para escolherem a quem apoiar. Outros, pela estratégia de darem aos partidos a possibilidade de preservarem espaço de negociação e avaliarem o cenário eleitoral antes de anunciar um eventual posicionamento.
Partidos que devem se unir à chapa Lula-Alckmin
Segundo o partido, a decisão foi motivada pela defesa da pauta trabalhista e pela necessidade de mobilizar forças políticas contra a extrema-direita.
O PSOL é um dos aliados históricos do petista, enquanto a Rede tem como principal liderança, Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente de Lula.
Partidos que ainda devem lançar chapas próprias
Outros partidos devem lançar ainda candidaturas próprias. São eles: