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Quando decidiu trocar o Mounjaro por uma versão paraguaia da tirzepatida , a advogada Andreza Botan, 47, já sabia que seria difícil encontrar um médico disposto a acompanhar seu tratamento. Só não esperava ouvir durante a consulta que o…
Folha — Em Cima da Hora · 2026-08-01T07:00:00.000Z
Quando decidiu trocar o Mounjaro por uma versão paraguaia da tirzepatida , a advogada Andreza Botan, 47, já sabia que seria difícil encontrar um médico disposto a acompanhar seu tratamento. Só não esperava ouvir durante a consulta que o profissional cogitava chamar a polícia quando ela disse que usava uma caneta do Paraguai .
Leia mais (08/01/2026 - 04h00)