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Quinze anos após tragédia, famílias ainda aguardam moradia em Teresópolis
G1 — Brasil · 2026-08-01T19:30:08.000Z
Quinze anos após tragédia, famílias ainda aguardam moradia em Teresópolis
Quinze anos após a tragédia das chuvas de 2011 em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, famílias ainda aguardam solução definitiva para o problema da moradia.
Muitas tiveram as casas interditadas e afirmam enfrentar dificuldades após cortes no benefício do aluguel social e atrasos na entrega dos apartamentos prometidos pelo poder público.
Segundo representantes das vítimas, cerca de 500 unidades habitacionais ainda precisam ser construídas, mas não seriam suficientes para atender todas as famílias.
Moradores seguem à espera de um conjunto habitacional em Teresópolis
“Mais de 300 famílias podem ficar sem moradia se novos apartamentos não forem viabilizados”, disse Laura Fermiano, do movimento Resgate da Cidadania Resiliência.
A entrega dos últimos 500 apartamentos do projeto da Fazenda Ermitage, prevista para janeiro deste ano, foi adiada para julho de 2027. Um relatório da equipe do vereador Pedro Duarte, do Rio, apontou indícios de superfaturamento nas obras, denúncia que está sob investigação.
Em nota, a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos informou que famílias com benefício ativo têm prioridade no acesso às unidades e que os atendimentos são feitos de forma individualizada.
A pasta afirmou ainda que a revisão do aluguel social é contínua e que a Prefeitura está dialogando com o Governo Federal para participar do programa Minha Casa, Minha Vida.
A entrega dos últimos 500 apartamentos do projeto da Fazenda Ermitage, inicialmente prevista para janeiro deste ano, foi adiada para julho de 2027. Além disso, um relatório feito pela equipe do vereador Pedro Duarte, da cidade do Rio, apontou possíveis indícios de superfaturamento nas obras. A denúncia está sendo investigada.
Em nota, a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos de Teresópolis informou que as famílias vítimas da tragédia de 2011 que têm o benefício do aluguel social ativo têm prioridade no acesso às unidades habitacionais, conforme os critérios dos órgãos responsáveis.
A pasta também afirmou que os atendimentos no setor de aluguel social são realizados de forma individualizada, com orientações de acordo com cada caso. Segundo a secretaria, a revisão do benefício é contínua e feita pela equipe técnica, que analisa individualmente os motivos de eventuais bloqueios e a possibilidade de reativação, conforme critérios técnicos e legais.
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