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Padrasto condenado por estuprar menina de 9 anos no Acre é preso foragido em Rondônia

Condenado por abusar sexualmente da enteada de 9 anos é preso em Rondônia

G1 — Brasil · 2026-08-01T20:47:24.000Z

Condenado por abusar sexualmente da enteada de 9 anos é preso em Rondônia

Um padrasto condenado a cerca de 16 anos de prisão por estuprar a própria enteada, que tinha nove anos à época do crime, foi preso durante uma operação integrada entre a Polícia Civil do Acre e de Rondônia nessa quinta-feira (30).

Conforme apurado pelo g1, o crime ocorreu em 2024 e o acusado foi condenado já em julho deste ano.

De acordo com o delegado Aldizio Neto, da Delegacia de Capixaba, no interior acreano, o homem foi localizado e capturado por agentes de Candeias do Jamari, no interior de Rondônia, na zona rural de Itapuã do Oeste, ainda no estado vizinho.

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"Após o crime, ele fugiu para Rondônia, onde permaneceu foragido. Com o mandado de prisão expedido, entramos em contato com policiais civis de Candeias do Jari, para que eles conseguissem cumprir o mandado. Ele foi preso em Itapuã do Oeste, na zona rural. Agora, ele se encontra à disposição da Justiça", explicou o investigador.

👉🏼 Estupro de vulnerável é um crime previsto no Código Penas Brasileiro e consiste na prática sexual com pessoas incapazes de consentir validamente sobre a relação, como crianças e pessoas com deficiência (PCDs). É um crime de natureza grave e de ação penal pública incondicionada.

Veja como denunciar casos de violência infanto-juvenil:

Polícia Militar - 190: quando a criança está correndo risco imediato;

Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes;

Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres;

Qualquer delegacia de polícia;

Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa;

Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia;

WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008;

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