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Voz do Setorista: Flamengo tem clima de cobrança por estilo de jogo e desgaste com Boto
ge — Futebol · 2026-08-02T07:00:20.000Z
Voz do Setorista: Flamengo tem clima de cobrança por estilo de jogo e desgaste com Boto
O Flamengo divulgou, na noite de sexta-feira, o balanço financeiro do segundo trimestre de 2026 e detalhou os gastos que teve com a contratação de Lucas Paquetá. O meia custou no total R$ 315,669 milhões, entre a aquisição dos direitos federativos, luvas e intermediação, reforçando seu posto de contratação mais cara da história do clube.
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Paquetá também contribuiu para que esta fosse a janela com maior investimento já feito pelo clube rubro-negro. A divisão dos custos ficou em R$ 299,059 milhões em direitos e luvas e R$ 16,610 milhões em intermediação.
O camisa 10 ultrapassou Samuel Lino, que custou R$ 203.001 milhões, no ranking. Completam o top-5 Carlos Alcaraz (R$ 125.443 milhões), Pedro (R$ 112,418 milhões) e De la Cruz (R$ 102.074 milhões).
Paquetá comemora gol em Flamengo x Bahia, pelo Brasileirão
Paquetá está recuperado de uma lesão sofrida durante a Copa do Mundo com a seleção brasileira e espera voltar a jogar na partida diante do Vitória, no próximo dia 9. Em 2026, o jogador tem 24 jogos, com oito gols marcados.
Veja as contratações mais caras da história do Flamengo:
Lucas Paquetá (2026): R$ 315,669 milhões (R$ 299,059 milhões em direitos e luvas e R$ 16,610 milhões em intermediação)
Samuel Lino (2025): R$ 203.001 milhões (R$ 190.897 milhões em direitos e luvas e R$ 12.104 milhões em intermediação)
Carlos Alcaraz (2024): R$ 125.443 milhões (R$ 112.334 milhões em direitos e luvas e R$ 13.109 milhões em intermediação)
Pedro (2020): R$ 112,418 milhões (R$ 102,641 milhões em direitos e luvas e R$ 9,777 milhões em intermediação)
De la Cruz (2023): R$ 102.074 milhões (R$ 92 milhões em direitos e luvas e R$ 9 milhões de intermediação)
Gabigol (2019): R$ 96.947 milhões (R$ 90.824 milhões em direitos e luvas e R$ 6.123 milhões em intermediação)
Everton Cebolinha (2022): R$ 94.673 milhões (R$ 84.703 milhões em direitos e luvas e R$ 9.970 milhões em intermediação)
Gerson (2023): R$ 89,810 milhões (R$ 85,715 milhões em direitos e luvas e R$ 4,095 milhões em intermediação)
Arrascaeta (2019): R$ 81,640 milhões (R$ 76,106 milhões em direitos e luvas e R$ 5.534 milhões em intermediação)
Gerson (2019): R$ 64.879 milhões (R$ 58.978 milhões em direitos e luvas e R$ 5.901 milhões em intermediação)
Mais sobre o balanço financeiro
No balanço financeiro divulgado, o Flamengo também afirma que a dívida líquida com atletas encerrou o segundo trimestre de 2026 em R$ 304 milhões. No primeiro semestre, esse valor foi de R$ 393,9 milhões, um reflexo dos pagamentos efetuados e das vendas concretizadas no período. A movimentação de atletas gerou receita bruta de R$ 106,9 milhões no primeiro semestre — praticamente o dobro dos R$ 54,5 milhões do mesmo período do ano anterior.
O mês de junho foi fechado com R$ 127,8 milhões de caixa livre consolidado. Desse total, R$ 89,8 milhões estavam sob gestão direta do Flamengo e o restante com a Fla-Flu Serviços S.A., responsável pela gestão do Maracanã. Houve uma redução de 63,9 milhões em relação ao final de 2025. O clube afirma que "o caixa permanece em um patamar seguro para a continuidade da operação".
Já o endividamento operacional líquido (EOL) encerrou o período em R$ 280,2 milhões, uma queda de R$ 207,9 milhões em relação ao pico de 31 de março deste ano, refletindo os recebimentos do trimestre e a quitação de parte das obrigações assumidas na primeira janela de transferências do ano.
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