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Livro de Aglaja Veteranyi retrata morte da tia em prosa poética e delicada

A narradora olha para as mãos da tia. As unhas ainda refletem a luz que entra pela janela do quarto. Mas, nas suas palavras, as pontas dos dedos estão escuras, "como se mergulhadas em nanquim". A tia está morrendo.

Folha — Em Cima da Hora · 2026-08-03T18:00:00.000Z

A narradora olha para as mãos da tia. As unhas ainda refletem a luz que entra pela janela do quarto. Mas, nas suas palavras, as pontas dos dedos estão escuras, "como se mergulhadas em nanquim". A tia está morrendo.

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