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A narradora olha para as mãos da tia. As unhas ainda refletem a luz que entra pela janela do quarto. Mas, nas suas palavras, as pontas dos dedos estão escuras, "como se mergulhadas em nanquim". A tia está morrendo.
Folha — Em Cima da Hora · 2026-08-03T18:00:00.000Z
A narradora olha para as mãos da tia. As unhas ainda refletem a luz que entra pela janela do quarto. Mas, nas suas palavras, as pontas dos dedos estão escuras, "como se mergulhadas em nanquim". A tia está morrendo.
Leia mais (08/03/2026 - 15h00)