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O gás liberado ao cortar as células da cebola reage com a água dos olhos e se transforma em ácido sulfúrico diluído, ativando as glândulas lacrimais
G1 — Brasil · 2026-08-03T19:59:49.000Z
O gás liberado ao cortar as células da cebola reage com a água dos olhos e se transforma em ácido sulfúrico diluído, ativando as glândulas lacrimais
Muitas vezes o cotidiano esconde explicações científicas fascinantes e aspectos culturais profundos em detalhes que parecem simples. Seja no momento de preparar uma refeição na cozinha, na forma como a sociedade se comunica ou na contemplação da fauna nativa em nossos parques, existem histórias de adaptação, biologia e expressão que merecem ser descobertas. Compreender esses mecanismos transforma o olhar sobre a nossa rotina e nos ensina sobre a complexidade da vida e da sociedade.
A reação química por trás do choro ao cortar cebola
Quem nunca começou a picar uma cebola para o tempero do almoço e começou a lagrimar sem controle? Esse fenômeno tão comum não acontece por acaso, pois é o resultado de um mecanismo de defesa da própria planta contra predadores na natureza. Dentro das células do vegetal existem enzimas e compostos de enxofre protegidos em compartimentos separados.
Quando a lâmina da faca corta a estrutura celular da cebola, essas substâncias se misturam e causam uma reação química imediata. Esse processo dá origem a um gás volátil chamado óxido de tiopropanal, que se espalha rapidamente pelo ar e atinge os nossos olhos. Ao entrar em contato com a umidade natural da superfície ocular, o gás se transforma em uma solução extremamente diluída de ácido sulfúrico. Esse ácido irrita a mucosa e faz com que o cérebro envie ordens urgentes para que as glândulas lacrimais produzam mais lágrimas, funcionando como uma lavagem automática para limpar e proteger os olhos contra a agressão química.
A Libras possui estrutura gramatical própria, expressões faciais marcantes e variações regionais em todo o país
A riqueza cultural e visual da língua brasileira de sinais
Muito além de simples gestos manuais ou recursos de apoio, a Língua Brasileira de Sinais, conhecida como Libras, é uma língua completa que possui regras gramaticais próprias. Diferente do que muitas pessoas pensam, não existe uma língua de sinais universal. Cada país desenvolveu o seu próprio sistema de comunicação visual e a Libras é uma conquista linguística exclusiva do Brasil.
Outro detalhe fascinante é que, assim como o português falado possui sotaques e regionalismos, a Libras também apresenta variações linguísticas de uma região para outra do país. As expressões faciais e corporais cumprem um papel fundamental na comunicação visual, pois indicam intencionalidade, pontuação, emoções e até o tom do diálogo. O alfabeto manual por sua vez é utilizado como um recurso complementar para soletrar nomes próprios ou palavras específicas que ainda não possuem um sinal correspondente.
Com peso que pode ultrapassar 60 kg, a capivara é o maior roedor do mundo e se tornou símbolo de tranquilidade nas cidades do interior
A capivara e o estilo de vida que conquistou o interior e a internet
A tranquilidade do interior paulista encontra um representante perfeito na fauna nativa que habita as beiras de rios e represas da nossa região. A capivara é considerada o maior roedor do mundo, podendo ultrapassar os 60 quilos de peso na fase adulta. Esses animais possuem hábitos semiaquáticos marcantes, vivendo sempre em grupos sociais estruturados e alimentando-se principalmente de gramíneas e vegetação aquática.
A incrível capacidade da capivara de conviver em harmonia com outras espécies e sua postura serena transformaram o animal em um verdadeiro símbolo de paz e desaceleração na era moderna. Seu carisma cruzou as fronteiras dos parques e invadiu a cultura popular digital, transformando o animal em um fenômeno internacional de memes nas redes sociais, estampas de roupas, materiais escolares e itens de decoração que celebram essa coexistência harmoniosa.
Produzida em São José do Rio Preto, a Cotuba acompanha refeições e momentos de descontração no interior paulista
A tradição regional que conecta nossas Histórias
Compreender a ciência do cotidiano, valorizar a inclusão social e respeitar a fauna nativa são atitudes que enriquecem a nossa convivência no Noroeste Paulista.
A Cotuba faz parte da história do interior paulista, consolidando-se como um ícone de sabor e memória afetiva fabricado pela Refrigerantes Arco Iris em São José do Rio Preto. Seja na versão original ou na versão zero, a Cotuba é o acompanhamento perfeito para equilibrar o paladar e trazer aquele toque de refrescância.