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Mulheres mortas no Amapá em 2026: o que se sabe e o que os casos têm em comum

Violência contra a mulher

G1 — Brasil · 2026-08-04T09:00:49.000Z

Violência contra a mulher

Em todo o Brasil, o ano de 2026 mostra uma onda de violência contra mulheres, com registros de feminicídios. No Amapá, os casos foram registrados em diferentes municípios. Em menos de oito meses, seis mulheres foram mortas em circunstâncias que revelam um padrão de agressões motivadas por ciúmes, rejeição ou conflitos domésticos.

Os crimes ocorreram em cidades como Macapá, Santana e Oiapoque, e tiveram como principais suspeitos companheiros ou ex-companheiros das vítimas, quase sempre presos em flagrante.

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O que se sabe sobre os casos

Emily Darck Vanzeler Canela (22 anos) – morta a tiros em Santana, em 1º de agosto; companheiro foi preso e é o suspeito.

Silvia Cristina Costa Dias (54 anos) – morta a facadas em Oiapoque, em 6 de julho; suspeito de 51 anos, foi preso em flagrante após confessar.

Ana Paula Viana Rodrigues (19 anos) – estrangulada em loja de Santana, em 9 de março; suspeito preso.

Márcia Dias (40 anos) – morta a facadas em Macapá, em 15 de março; companheiro preso em flagrante.

Juciele de Souza Moraes (35 anos) – morta a facadas em frente ao Fórum de Santana, em 18 de março; ex-marido preso.

Camila Cardoso dos Santos (37 anos) – morta a facadas e pauladas na Ilha de Santana, em 22 de março; agressor morreu em confronto com a PM.

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O que os casos têm em comum

Autores conhecidos das vítimas: em quase todos os casos, os suspeitos eram companheiros ou ex-companheiros.

Motivação ligada a ciúmes ou rejeição: os crimes ocorreram após conflitos pessoais ou recusa de aproximação.

Uso de armas brancas ou de fogo: facas e armas de fogo foram os meios mais frequentes.

Execução em locais públicos ou próximos de casa: bares, ruas, lojas e até em frente ao Fórum.

Prisão em flagrante: a maioria dos suspeitos foi detida rapidamente, muitas vezes após confissão ou identificação por testemunhas/câmeras.

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