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Dólar abre em queda, com dados de emprego dos EUA no foco

O dólar abriu a sessão desta terça-feira (4) em queda, com um recuo de 0,21% perto da 9h, cotado a R$ 5,0764. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

G1 — Brasil · 2026-08-04T12:01:05.000Z

O dólar abriu a sessão desta terça-feira (4) em queda, com um recuo de 0,21% perto da 9h, cotado a R$ 5,0764. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

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Ainda assim, os preços do petróleo oscilam no mercado internacional. Perto das 8h50, o barril do Brent, referência internacional, subia 0,13%, cotado a US$ 83,88. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 0,51% no mesmo horário, a US$ 79,93 o barril.

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

Acumulado da semana: +0,34%;

Acumulado do mês: -0,34%;

Acumulado do ano: -7,32%.

Acumulado da semana: 0%;

Acumulado do mês: 0%;

Acumulado do ano: +10,47%.

Maior otimismo com o petróleo

O mercado segue atento às notícias envolvendo o conflito no Oriente Médio. Nesta terça-feira (4), fontes afirmaram à agência de notícias Reuters que o Exército dos EUA usou "praticamente todo" o estoque de mísseis de precisão de longo alcance durante a guerra contra o Irã.

As fontes não informaram, no entanto, quantas unidades de cada tipo ainda restam. O dado levanta preocupações sobre a prontidão militar dos EUA para futuros conflitos.

Esta é a primeira vez que um baixo estoque desses mísseis ofensivos é constatado desde o início da guerra contra o Irã, que entrou no sexto mês em agosto e atualmente está sem perspectivas de ser finalizada. No entanto, em julho, uma escassez de baterias de defesa aérea Patriot já haviam sido reportadas pela imprensa dos EUA.

No sábado, o presidente americano afirmou que suspenderia um novo ataque ao Irã desde que um acordo fosse fechado rapidamente para interromper o programa nuclear do país e reabrir o Estreito de Ormuz.

"Irã e outros países do Oriente Médio acabaram de nos pedir que suspendêssemos qualquer ataque, pois os termos de um acordo foram definidos", afirmou Trump em uma publicação no Truth Social.

"Com base nesse pedido, concordei, em benefício futuro do MUNDO e, igualmente, da sobrevivência de um Irã bem-sucedido e próspero, em cancelar o ataque, desde que seja possível fechar rapidamente um ACORDO", completou o republicano, destacando que Israel se juntaria a ele na tentativa de um acordo. O governo israelense não comentou o assunto.

No Oriente Médio, no entanto, Irã negou que tenha pedido uma interrupção dos ataques aos EUA, contradizendo Trump.

Citando autoridades militares, a agência de notícias iraniana Mehr afirmou que a alegação de Trump "não passava de uma nova mentira" e que as Forças Armadas iranianas estavam "em alerta máximo e prontas para qualquer eventualidade", em referência a qualquer novo ataque norte-americano.

Na Ásia, os mercados chineses subiram nesta terça-feira (4), conforme papéis do setor de inteligência artificial e de chips apresentaram forte recuperação.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 1,3%, enquanto Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,6% e o Nikkei, do Japão, subiu 0,32%. O Kospi, da Coreia do Sul, teve uma valorização de 1,62%.

*Com informações da agência de notícias Reuters.

Notas de dólar.

Murad Sezer/ Reuters

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