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O que são os mísseis Tomahawk, que a Ucrânia quer usar na guerra contra a Rússia
G1 — Brasil · 2026-08-04T23:26:19.000Z
O que são os mísseis Tomahawk, que a Ucrânia quer usar na guerra contra a Rússia
A Coreia do Norte afirmou nesta terça-feira (4) que fará "novas escolhas militares" contra o Japão em resposta ao que considera ameaças de Tóquio. A declaração foi feita por Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un, após os japoneses testarem um míssil de cruzeiro Tomahawk.
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O teste em questão foi o primeiro do Japão com mísseis do tipo. O disparo foi feito há alguns dias pelo destróier Chokai, da Força de Autodefesa Marítima do Japão, no Oceano Pacífico.
Segundo a agência estatal norte-coreana KCNA, Yo-jong também citou outros testes de mísseis realizados por Tóquio e a participação japonesa em um exercício militar liderado pelos Estados Unidos nas Filipinas, em maio.
A norte-coreana afirmou que o Japão tenta "encobrir a ambição de se tornar uma potência militar" e acusou os Estados Unidos de estarem por trás desses "movimentos militares perigosos".
Segundo Yo-jong, para responder às atividades militares japonesas, a Coreia do Norte "estabelecerá opções militares adicionais", sem explicar quais serão essas medidas.
Foguete Tomahawk disparado por navio norte-americano em ataque a alvos na Síria
Lt. j.g. Matthew Daniels/U.S. Navy via AP
O míssil de cruzeiro Tomahawk foi desenvolvido nos EUA e está no arsenal militar norte-americano desde a década de 1980. O Japão pretende investir US$ 1 bilhão e comprar 400 unidades até março de 2028.
Embora lento para os padrões de mísseis, o Tomahawk voa a cerca de 30 metros do solo, o que o torna mais difícil de ser detectado pelos sistemas de defesa.
O míssil também ostenta um alcance impressionante de cerca de 1.600 quilômetros.
Sistemas de orientação de precisão o tornam a arma ideal para atingir alvos em terras distantes ou em território hostil.
Os Estados Unidos lançam os mísseis Tomahawk quase exclusivamente de navios ou submarinos. Embora o Exército venha desenvolvendo uma plataforma para lançá-los do solo, essa função ainda está longe de estar pronta para ser usada, mesmo para as forças americanas.
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