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Apesar da alta de 9% no preço das passagens aéreas desde o início da guerra no Irã , a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo) avalia que o setor está represando o repasse de custos aos clientes.
Folha — Mercado · 2026-08-05T10:00:00.000Z
Apesar da alta de 9% no preço das passagens aéreas desde o início da guerra no Irã , a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo) avalia que o setor está represando o repasse de custos aos clientes.
Leia mais (08/05/2026 - 07h00)