ITATIBA1

Indústria química destruída por incêndio funciona há mais de duas décadas em Itaquaquecetuba

Incêndio atinge indústria química na Grande SP

G1 — Brasil · 2026-08-05T14:23:22.000Z

Incêndio atinge indústria química na Grande SP

A Quema Química, indústria atingida pelo incêndio de grandes proporções em Itaquaquecetuba nesta terça-feira (4), funciona na cidade há mais de duas décadas. A empresa produz solventes e também fabrica resinas à base de poliéster.

✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp

Fundada em 2002, a empresa iniciou as atividades com a produção e distribuição de solventes. Atualmente, também fabrica e comercializa resinas à base de poliéster.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a unidade armazenava produtos como tolueno, hexano, álcool etílico, acetato de etila, acetato de butila e resinas, usados como solventes industriais.

Fábrica antes do fogo

A empresa tinha 24 tanques com capacidade para 30 mil litros cada, além de seis tanques de 5 mil litros, tambores de 200 litros e mais de 100 recipientes do tipo IBC.

No dia do incêndio, a empresa armazenava cerca de 2 milhões de litros de produtos inflamáveis, segundo o Corpo de Bombeiros.

Segundo a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), a unidade ocupa uma área de 2.052,54 metros quadrados.

A Quema Química possui outras unidades no Brasil. As filiais ficam localizadas no Sul do Brasil, e em Cambuí, em Minas Gerais. A fábrica de Itaquaquecetuba é a mais antiga da empresa e funciona há cerca de 24 anos.

Combate ao fogo

Quase 80 bombeiros passaram a noite de terça-feira combatendo o incêndio na indústria química em Itaquaquecetuba. As fábricas vizinhas continuam evacuadas, e a área permanece isolada.

O incêndio atingiu a fábrica localizada na Estrada do Bonsucesso, na região do Rio Abaixo.

Confira o local do incêndio

Arte / g1

Mais de 30 viaturas e cerca de 80 bombeiros foram mobilizados para combater as chamas. Segundo a corporação, o trabalho impediu que o fogo atingisse outras áreas da empresa e imóveis vizinhos.

Leia no Itatiba1 →