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Durante uma apresentação na Rio Innovation Week, a pesquisadora Tatiana Sampaio, que lidera os estudos sobre a polilaminina, apresentou os dados sobre o uso compassivo da substância. De acordo com ela, pouco mais de 100 pacientes receberam…
G1 — Brasil · 2026-08-07T14:41:22.000Z
Durante uma apresentação na Rio Innovation Week, a pesquisadora Tatiana Sampaio, que lidera os estudos sobre a polilaminina, apresentou os dados sobre o uso compassivo da substância. De acordo com ela, pouco mais de 100 pacientes receberam a substância. Desses, sete morreram.
A substância ainda vai ser avaliada em estudo clínico, mas tem sido aplicada em uso compassivo de forma voluntária pelo Cristália. No Brasil, é permitido que substâncias ainda em estudo sejam usadas por pacientes, desde que com autorização da Anvisa.
De acordo com a apresentação de Tatiana, foram aplicadas mais de 100 doses pelo país. Dessas, sete pacientes morreram. A pesquisadora aponta que as mortes foram analisadas pelo Cristália, que é o responsável pela substância, e ficou provado que "até agora, a administração de polilaminina não promove eventos adversos graves".
Os casos de eventos adversos devem ser notificados à Anvisa. O g1 questionou a agência, mas aguardava o retorno até a publicação.