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Durante sete ou oito meses, a jornalista Adriana Ibba, 39, acordou às 4h30, sem despertador ou alarme de celular, porque seu relógio biológico alertava para o horário de amamentar a filha Liz, de 3 anos. Mas a menina não estava mais lá .
Folha — Cotidiano · 2026-08-07T22:29:00.000Z
Durante sete ou oito meses, a jornalista Adriana Ibba, 39, acordou às 4h30, sem despertador ou alarme de celular, porque seu relógio biológico alertava para o horário de amamentar a filha Liz, de 3 anos. Mas a menina não estava mais lá .
Leia mais (08/07/2026 - 19h29)