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O Cuiabá busca uma reação na Série B a partir do confronto com o Fortaleza, neste domingo, às 17h, na Arena Pantanal, pela 21ª rodada. Com 25 pontos, o time ocupa a 14ª colocação e tem como objetivo se aproximar da parte de cima da tabela.
ge — Futebol · 2026-08-07T23:00:42.000Z
O Cuiabá busca uma reação na Série B a partir do confronto com o Fortaleza, neste domingo, às 17h, na Arena Pantanal, pela 21ª rodada. Com 25 pontos, o time ocupa a 14ª colocação e tem como objetivo se aproximar da parte de cima da tabela.
Capitão da equipe, Alan Empereur destacou a necessidade de concentrar os esforços em cada partida e afirmou que o time precisa aproveitar o confronto em casa para iniciar uma sequência positiva na competição.
- Tem o Fortaleza, que é um jogo muito difícil no domingo. A gente sabe que vai ser um jogo difícil, mas a gente tem todas as cartas para sair vitorioso desse jogo. E é isso, tem que engatar uma sequência boa, porque a Série B, se você não engata duas ou três vitórias, você fica subindo e descendo da classificação e fica muito perigoso.
Alan Empereur em coletiva antes do duelo contra o Fortaleza
Empereur reconheceu que os resultados aumentam a pressão sobre o elenco, mas afirmou que o grupo trabalha para buscar uma reação.
- Ninguém gosta de perder, ainda mais um atleta de alto nível. Todos os atletas que convivemos aqui no dia a dia odeiam perder. Então, a gente sente pressão, sim, para os jogos que a gente está querendo, buscando essa vitória.
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O Cuiabá marcou 15 gols em 20 jogos e tem o terceiro pior ataque da Série B. Por outro lado, sofreu 15 gols e possui a terceira melhor defesa da competição.
- A parte defensiva não é só a defesa, se o time não toma gol é porque os atacantes estão pressionando, porque os atacantes estão correndo e se estão dedicando dentro de campo, é todo um conjunto. Se não faz gol também não é só culpa dos atacantes, talvez é porque a bola não está chegando, então a gente é uma equipe.
Alan Empereur ficou oito meses sem entrar em campo
Apoio do torcedor
Com dez partidas disputadas em casa, o Cuiabá soma três vitórias, cinco empates e duas derrotas. Alan afirmou que o apoio dos torcedores será importante durante o momento de dificuldade.
''Tem que vir um pouquinho mais ajudar. No momento fácil, no momento que a gente está bem, é muito fácil vir e comemorar, usar a camisa. É num momento difícil que a gente precisa deles. Eu sei que às vezes é uma decepção grande quando você vai na Arena e o Cuiabá não vence ''
- Acaba com o meu domingo, o meu final de semana, chego em casa bravo pra caramba. Então, eu acho que nesse momento o Cuiabá tem que estar unido. Quem gosta do clube tem que estar unido. Pra gente tentar levantar esse clube de novo, que ele merece com certeza algo maior do que a Série B - disse o zagueiro.
Torcida do Cuiabá na Arena Pantanal contra o Atlético-GO
Preparação para o confronto contra o Fortaleza
- São bons dias de treino, é ótimo, mas se não chega no domingo e você não ganha, é melhor ter jogado na quarta e ganhar o jogo. Então, acho que o futebol, o esporte em alto nível, são distrações, não teve tempo para treinar, mas treinar ajuda para caramba, organiza mais o time. Mas se a vitória não chega, esses dias não servirão de nada.
- É um clube top para a gente trabalhar, não tem pressão externa, a pressão que vem é do presidente. O que posso falar para eles é que quem vem tem que saber onde está. É um time que luta até o final, que não importa se a gente, tecnicamente, no dia vai estar bem ou não, o importante é dar tudo pela camisa do Cuiabá. É você demonstrar que quer estar aqui, é você demonstrar que quer ganhar, independente do gesto técnico ou não, ninguém vai te julgar aqui dentro. Mas se você não correr e não mostrar que quer estar aqui, aí sim será cobrado firmemente.
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Retorno após oito meses
Alan também falou sobre o período de aproximadamente oito meses afastado dos gramados. O zagueiro afirmou que ainda trabalha para recuperar totalmente a condição física e a confiança após o período de recuperação.
- Depois de oito meses, se eu voltasse a ser o Alan que era antes, talvez não estaria aqui no Cuiabá, estaria em outro clube, estaria disputando a Série A. É normal quando você fica oito meses parado. Você precisa passar de um processo, adaptar. Acho que nos últimos jogos eu tenho evoluído bastante a parte física, a parte mental, de segurança, de confiar no meu próprio corpo. Isso é meu objetivo pessoal, de estar bem, de dar o meu melhor pelo Cuiabá.
Alan também avaliou que a chegada de jogadores mais experientes pode contribuir para a evolução do elenco.
- O time teve algumas dificuldades no decorrer do campeonato, tinha poucas peças, peças de jogadores que ainda não tinham feito partidas na Série B, isso conta muito. Chegou jogadores que têm mais casca, que já jogaram o campeonato, sabe como é que o campeonato, a pressão dessa responsabilidade.
Lideranças cobram reação
Com dez empates em 20 rodadas, o Cuiabá é o segundo time que mais empatou na competição. Alan afirmou que as lideranças do elenco têm cobrado união e competitividade para a reta final da Série B.
- O que eu tenho cobrado junto com os líderes, o Raul, o Basso e o Carné, é isso, que a gente tem que competir, unido e competir até o final. Subir direto fica um pouquinho mais longe, que o objetivo é estar dentro do G6 ali e a gente vai lutar até o final para conseguir esse objetivo - finalizou.
O Cuiabá volta a campo neste domingo, contra o Fortaleza, pela 21ª rodada. A equipe busca os três pontos para iniciar uma reação na classificação e voltar a se aproximar do grupo que briga pelo acesso.