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Agente federal de imigração patrulha corredor do tribunal de imigração dos Estados Unidos em Manhattan, Nova York, em 26 de junho de 2025
G1 — Mundo · 2026-08-09T03:54:46.000Z
Agente federal de imigração patrulha corredor do tribunal de imigração dos Estados Unidos em Manhattan, Nova York, em 26 de junho de 2025
REUTERS/David 'Dee' Delgado/Arquivo
O Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) concluirá até o fim deste mês a instalação de câmeras corporais em seus agentes, informou o diretor interino da agência, David Venturella, neste sábado (08).
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Segundo Venturella, todos os agentes e oficiais que atuam em campo estarão equipados com câmeras corporais até o final de agosto. A implementação será concluída antes do prazo inicialmente previsto pela agência.
As regras do ICE permitem que imagens gravadas pelas câmeras sejam divulgadas de forma mais rápida, quando considerado apropriado, em casos que envolvam ferimentos graves ou mortes de pessoas sob custódia.
O material, no entanto, poderá ser mantido sob sigilo caso sua divulgação possa prejudicar investigações ou comprometer a privacidade dos envolvidos.
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A ampliação do uso das câmeras ocorre após dois cidadãos americanos serem mortos durante uma operação de repressão à imigração em Minnesota.
Na ocasião, a então chefe do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, Kristi Noem, afirmou que o programa de câmeras corporais do ICE seria ampliado para todo o país "conforme o financiamento estivesse disponível".
Tiroteios fatais registrados no mês passado durante abordagens de trânsito no Maine e no Texas também provocaram protestos e levantaram questionamentos sobre a falta de câmeras corporais entre os agentes do ICE.
Posteriormente, Tom Homan, responsável pela política de fronteiras do governo Trump, afirmou que os agentes do ICE serão obrigados a registrar abordagens de veículos com pelo menos uma câmera corporal.
Câmeras mostram abordagem do ICE que terminou com morte de imigrante no Maine, EUA