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'Desacreditar o sistema de votação é desconvidar o eleitor a comparecer às urnas', diz presidente do TSE

Fachada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

G1 — Brasil · 2026-08-09T13:06:42.000Z

Fachada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (9) que a justiça eleitoral segue trabalhando para demostrar a transparência e a segurança do sistema de votação brasileiro de urnas eletrônicas.

A informação foi dada durante a Corrida Pela Democracia, no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília. O evento encerrou a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação.

"Desacreditar o sistema de votação é desconvidar o eleitor a comparecer às urnas", declarou o presidente do TSE, Nunes Marques.

Questionado como TSE vai atuar contra desinformação a respeito do sistema eletrônico de votação, o ministro afirmou que o papel do tribunal não é tratar individualmente dos problemas.

"Mas sempre voltar as ações do TSE para fortalecer segurança cibernética, nosso sistema de votação e tentar levar essa informação a toda sociedade brasileira", acrescentou.

Deepfake e inteligência artificial

"Todas elas [plataformas] concordaram com nosso plano. Já está assinado e colocaram ferramentas à disposição para minimizar esse tipo de incidente, esse tipo de desinformação", disse o presidente do TSE.

O ministro lembrou, ainda, que o tribunal criou nesta semana um conselho consultivo sobre Integridade Informacional nas Eleições 2026, órgão que terá a missão de assessorar a Presidência da Corte em ações voltadas à proteção da legitimidade e da normalidade do processo eleitoral.

O conselho terá caráter consultivo e multidisciplinar e reunirá especialistas de áreas consideradas estratégicas para o enfrentamento dos desafios contemporâneos que podem afetar a normalidade das Eleições Gerais de 2026.

Entre os profissionais buscados, estão representantes de tecnologia e inteligência artificial; segurança pública e criminalidade organizada; comunicação social, administração pública e orçamento; saúde pública e proteção do eleitor; direito eleitoral e constitucional; relações internacionais, academia, sociedade civil e promoção de direitos fundamentais.

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