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"Nunca aceitei um 'não tem mais o que fazer'." Foi com essa determinação que Henrique Fogaça , 52, enfrentou o que considera a sua maior missão: buscar alternativas para oferecer mais qualidade de vida à filha Olívia, 19, que nasceu com…
Folha — Em Cima da Hora · 2026-08-09T18:30:00.000Z
"Nunca aceitei um 'não tem mais o que fazer'." Foi com essa determinação que Henrique Fogaça , 52, enfrentou o que considera a sua maior missão: buscar alternativas para oferecer mais qualidade de vida à filha Olívia, 19, que nasceu com uma síndrome rara até hoje não identificada pelos médicos e que causa limitações motoras e frequentes convulsões.
Leia mais (08/09/2026 - 15h30)