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Há cem anos, a maioria das pessoas via de perto como um parente morria, em casa, cercado pela família. Hoje, segundo a médica canadense Stefanie Green, a morte foi deslocada para hospitais e cercada de máquinas -o que, para ela, tornou as…
Folha — Em Cima da Hora · 2026-08-09T21:00:00.000Z
Há cem anos, a maioria das pessoas via de perto como um parente morria, em casa, cercado pela família. Hoje, segundo a médica canadense Stefanie Green, a morte foi deslocada para hospitais e cercada de máquinas -o que, para ela, tornou as pessoas menos familiarizadas com o processo e, por consequência, mais assustadas com ele.
Leia mais (08/09/2026 - 18h00)