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Homem é indiciado por tentativa de estupro e feminicídio em Teresina; vítima teve dedo decepado

Homem é indiciado por tentativa de estupro e feminicídio em Teresina

G1 — Brasil · 2026-08-10T12:46:14.000Z

Homem é indiciado por tentativa de estupro e feminicídio em Teresina

A Polícia Civil concluiu o inquérito e indiciou um homem chamado Francisco Diego de Araújo pelos crimes de tentativa de estupro, tentativa de feminicídio e furto qualificado contra uma mulher. De acordo com a delegada Nathália Figueiredo, do Núcleo de Feminicídio do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime o ocorreu em 31 de julho, na Zona Sul de Teresina.

O homem foi preso horas após o crime.

Em entrevista à TV Clube nesta segunda-feira (10), a delegada Nathália informou que o inquérito foi concluído na última sexta-feira (7).

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Segundo a delegada, a vítima estava sozinha em casa quando acordou, durante a madrugada, e encontrou o suspeito sobre ela. Em seguida, os dois entraram em luta corporal.

O homem estava com um facão que havia sido entregue pela própria vítima horas antes para a realização de um serviço de capina em frente à residência.

Ainda conforme a delegada, A mulher reagiu e tentou se defender, mas sofreu diversos ferimentos. Um dos dedos da mão esquerda foi decepado durante o ataque. O laudo pericial apontou perfurações na cabeça, no rosto, no tórax e nos membros superiores.

Após o ataque, o suspeito teria levado alguns objetos da residência. A vítima conseguiu pedir ajuda aos vizinhos, e a Polícia Militar. O homem foi localizado e preso no mesmo dia.

Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) em Teresina

Agosto Lilás e combate à violência contra a mulher

O mês de agosto é marcado pela campanha Agosto Lilás, voltada à conscientização e ao combate à violência contra a mulher. A mobilização busca reforçar a importância da denúncia e divulgar os canais de apoio às vítimas.

A delegada Nathalia Figueiredo destacou que o enfrentamento à violência contra a mulher precisa ocorrer durante todo o ano.

"Essa proteção da mulher não deve ficar restrita ao mês de agosto ou março. O ano inteiro é um trabalho conjunto para que a gente consiga reduzir esses números de forma efetiva", afirmou.

*Juliana Cristina, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros.

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