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Corinthians vence o Bragantino e cola no G-5 do Brasileirão
ge — Futebol · 2026-08-10T18:29:31.000Z
Corinthians vence o Bragantino e cola no G-5 do Brasileirão
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, está na sede do Ministério Público do Estado na tarde desta segunda-feira para ser ouvido no inquérito civil sobre eventual intervenção judicial no clube.
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O dirigente chegou acompanhado de dois advogados por volta das 13h50, mais de uma hora antes do horário marcado para a oitiva, às 15h. O diretor jurídico do clube, Pedro Soares, chegou pouco depois das 15h.
Stabile será ouvido pelos promotores Luiz Ambra Neto e André Pascoal, da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital, sobre a administração do Corinthians. A expectativa é que o depoimento dure de uma a duas horas.
Os promotores querem esclarecer dúvidas sobre a gestão e as situações administrativa e financeira do Corinthians, apurar as providências tomadas sobre acontecimentos do clube e pedir acesso a documentos complementares.
Osmar Stabile, presidente do Corinthians, em entrevista ao ge
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Os representantes do MP passaram as últimas semanas analisando os documentos enviados desde a abertura do inquérito, em dezembro de 2025. Eles só puderam trabalhar na documentação a partir de meados de maio deste ano, quando o Conselho Superior do MP negou um recurso do Corinthians e autorizou o prosseguimento da investigação.
Nesse período de paralisação do inquérito, sócios entraram com um processo na Justiça pedindo intervenção judicial. É um procedimento independente ao do MP, mas que os promotores têm acompanhado.
No último posicionamento à Justiça, eles defenderam o prosseguimento da ação judicial dos sócios, mas ainda não se manifestaram sobre o mérito do pedido.
A depender das conclusões, o inquérito civil do MP pode resultar em uma ação civil pública requisitando intervenção judicial na administração do clube ou em um termo de ajustamento de conduta (TAC) para que o próprio clube faça as correções sugeridas pelos promotores.
O MP pode pedir a intervenção judicial, mas é a Justiça que decreta ou não tal medida. Não há prazo para conclusão do inquérito.
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