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Ao declamar "O Navio Negreiro", Dona Edite colocava o ambiente em suspenso. Era como se a voz, o jeito e a figura daquela senhora negra, periférica e engajada adicionassem camadas ao poema de Castro Alves .
Folha — Cotidiano · 2026-08-10T21:39:00.000Z
Ao declamar "O Navio Negreiro", Dona Edite colocava o ambiente em suspenso. Era como se a voz, o jeito e a figura daquela senhora negra, periférica e engajada adicionassem camadas ao poema de Castro Alves .
Leia mais (08/10/2026 - 18h39)