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Lucas Paquetá tinha 20 anos quando disputou um mata-mata de Conmebol Libertadores pela última vez. Curiosamente, contra o mesmo adversário do duelo desta quarta-feira, no Mineirão, pelas oitavas de final da competição. De volta após se…
ge — Futebol · 2026-08-11T13:00:11.000Z
Lucas Paquetá tinha 20 anos quando disputou um mata-mata de Conmebol Libertadores pela última vez. Curiosamente, contra o mesmo adversário do duelo desta quarta-feira, no Mineirão, pelas oitavas de final da competição. De volta após se recuperar de lesão sofrida na Copa do Mundo, o camisa 20 terá oportunidade de espantar mais um fantasma e cicatrizar uma ferida existente contra o Cruzeiro.
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Foram oito anos de espera até reencontrar este cenário: enfrentar a Raposa, no Mineirão, pela Libertadores. Paquetá já enfrentou o Cruzeiro e esteve no estádio (com a Seleção Brasileira) em outras oportunidades, mas não nessas condições que lhe permitem rescrever uma dura página. Em 2018, esteve em campo na vitória por 1 a 0, que eliminou o Flamengo daquela Libertadores — depois de ter perdido por 2 a 0, no Maracanã, no jogo de ida.
— Estaria mentindo se dissesse que não penso nesse jogo. É algo especial para mim. Foi uma eliminação que fiquei triste. Espero levar a melhor dessa vez. Gerson é um amigo meu, foi ídolo aqui. Mas dentro de campo é ele de um lado e eu do outro — afirma Paquetá.
A ferida existe para Paquetá não só pela queda, mas pela forma como ela aconteceu. Especialmente pelo jogo do Maracanã. Ainda na fase de grupos, o jogo contra o River Plate, válido pela 6ª rodada, valia apenas a posição no grupo da primeira fase — com o empate em Buenos Aires, o Flamengo avançou em segundo. O problema é que, mesmo classificado, o rubro-negro foi com força máxima e manteve até jogadores que estavam pendurados com cartões amarelos.
Era o caso de Paquetá. Punido no Monumental de Nuñez, foi desfalque crucial no jogo de ida diante do Cruzeiro. O resultado: vitória mineira por 2 a 0 e eliminação virtualmente encaminhada.
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Naquela noite, Barbieri optou por Jean Lucas atuando na vaga de Paquetá, suspenso. O garoto não fez boa partida. No ataque, escolheu Uribe para atuar de centroavante, que também não rendeu. Para ter ideia do tamanho do problema causado, titulares no confronto de ida, nenhum dos dois sequer viajou para o jogo de volta em Belo Horizonte.
De lá para cá, se foram oito anos. Agora, Paquetá retorna ao Flamengo depois de ser contratado por 42 milhões de euros (cerca de R$ 260 milhões) e carregar o status de maior reforço da história do futebol brasileiro. Para poder ter a chance de sua "vingança", o meio-campista precisou tratar de uma lesão sofrida na Copa do Mundo para realizar mais um sonho: conquistar a Libertadores com seu clube do coração.
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Lucas Paquetá se recuperou de uma lesão muscular na parte posterior da coxa esquerda. Assim, a utilização passa a ficar à cargo do técnico Leonardo Jardim. Antes, ele estava entregue à preparação física para finalizar a fase de transição. Agora, viajou com a delegação rumo a Belo Horizonte.
— Estava muito ansioso para voltar a treinar logo. É uma coisa que me cobro muito e hoje em dia, poder estar em campo com todo mundo, com a galera, mais próximo ainda de voltar a jogar, estar no Maraca… então muito feliz, ansioso também e espero que seja um reencontro vitorioso.
Paquetá estava fora de combate desde a Copa do Mundo. Ele se lesionou na vitória do Brasil contra o Japão, pela segunda fase da competição. Ele iniciou recuperação ainda com a Seleção Brasileira nos Estados Unidos e, posteriormente, se reapresentou ao Flamengo.
O foco principal era de que Paquetá esteja disponível para o jogo contra o Cruzeiro, pela Libertadores, em agosto. Missão cumprida.
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