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Emparedamento digital: como ele impacta sua vida

Quando foi a última vez que você ficou realmente offline? A pergunta parece simples, mas a resposta já não é. Nas últimas décadas, a tecnologia deixou de ser apenas uma ferramenta para se tornar parte intrínseca da forma como vivemos.…

G1 — Brasil · 2026-08-11T12:52:54.000Z

Quando foi a última vez que você ficou realmente offline? A pergunta parece simples, mas a resposta já não é. Nas últimas décadas, a tecnologia deixou de ser apenas uma ferramenta para se tornar parte intrínseca da forma como vivemos. Trabalho, estudo, compras, relacionamentos e, principalmente, o lazer acontecem cada vez mais por meio de telas e aplicativos.

Quando a Liberdade da Tecnologia Aprisiona

A tecnologia passou a fazer parte da rotina de forma tão integrada que já nem pensamos nela como algo separado da vida. Esse "novo normal" trouxe avanços e facilidades inegáveis, mas também transformou a maneira como ocupamos nosso tempo e impactou diretamente a relação com o ambiente ao nosso redor.

O emparedamento digital é um fenômeno que descreve o confinamento físico e social causado pelo uso excessivo de telas. Quando afetadas, as pessoas passam a viver reclusas no ambiente virtual, substituindo o contato direto com a natureza, a vida ao ar livre e as interações sociais reais pelo consumo passivo de conteúdo digital.

Vício em telas

Preocupação com Jovens e Crianças

Segundo estudos publicados por instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria, o excesso de tempo em frente às telas está associado ao aumento do sedentarismo, dificuldades de atenção, alterações no sono, ansiedade e prejuízos ao desenvolvimento motor e social de crianças e adolescentes.

O Modelo Urbano no Centro da Discussão

Diversos estudos mostram que o contato frequente com áreas verdes está relacionado à redução do estresse, melhora da saúde mental, aumento da disposição física e fortalecimento dos vínculos sociais. Ainda assim, o modelo predominante de desenvolvimento urbano tem caminhado na direção oposta.

Grandes metrópoles têm cada vez menos espaço para a qualidade de vida

À medida que as cidades crescem, o concreto ocupa o lugar das árvores. As ruas dão espaço aos carros. Os quintais desaparecem e as brincadeiras migram para dentro de casa.

"As crianças diminuíram a sua relação com o espaço público e isso traz implicações para sua relação com a natureza, com a convivência comunitária e impacta tanto o pertencimento quanto sua maneira de brincar livremente." — Ana Claudia Leite, Instituto Alana.

Uma Nova Forma de Pensar a Cidade

Projetos mais recentes têm buscado integrar áreas verdes, espaços de convivência e lazer ao cotidiano dos moradores, entendendo que infraestrutura não é apenas construir edifícios, mas criar ambientes que favoreçam relações humanas, bem-estar e uma rotina mais saudável.

É dentro dessa visão que surge o masterplan Organiquê, em São José do Rio Preto.

Mais do que um conjunto de condomínios, o projeto foi concebido para colocar a natureza novamente no centro da experiência de morar. O destaque é um bosque com mais de 14 mil m², pensado para estimular caminhadas, brincadeiras ao ar livre, passeios com animais de estimação e momentos de convivência em um ambiente arborizado.

Projeção meramente ilustrativa do futuro bosque do Masterplan Organiquê

O Primeiro Masterplan Inteligente de Rio Preto

O Organiquê se destaca pela entrega de uma área urbanizada impressionante de 92.513,83 m², equivalente a mais de 12 campos oficiais de futebol. Este vasto espaço foi meticulosamente planejado com ruas e avenidas pavimentadas, calçadas acessíveis e redes completas de infraestrutura, garantindo qualidade de ponta.

Este bosque não é apenas um espaço verde; é um centro de atividades e relaxamento. Contará com:

Pista de caminhada;

Fonte de água infantil;

Equipamentos de lazer para todas as idades;

Áreas dedicadas a food-trucks.

Vinicius Coelho, diretor comercial da CITZ, incorporadora responsável pelo projeto, explica o propósito por trás dessa iniciativa: "O Organiquê nasceu de uma inquietação nossa sobre como as cidades estão se tornando menos interessantes, fazendo com que as pessoas fiquem cada vez mais desconectadas do mundo real, por falta de opção e de segurança para frequentar os espaço públicos. Queríamos propor um projeto que não fosse apenas um lugar para morar, mas um convite para as pessoas voltem a ocupar esses espaços, para que as crianças voltem a ter o pé na grama e para que a tecnologia seja uma aliada do bem-estar, e não uma barreira. Nossa missão aqui é resgatar essa qualidade de vida que vem se perdendo ao longo dos anos".

Projeção meramente ilustrativa da fachada do empreendimento Organiquê Origem

A primeira fase de vendas do Organiquê começa em breve

O lançamento oficial do primeiro condomínio do masterplan Organiquê chegará muito em breve, com aproximadamente 300 apartamentos disponíveis. Para saber mais, acesse o site da Citz.

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