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Suspeitos de agressão a macaco-prego em parque de SC são identificados; VÍDEO

Macaco-prego é agredido por visitante em parque ecológico de SC

G1 — Brasil · 2026-08-12T11:06:10.000Z

Macaco-prego é agredido por visitante em parque ecológico de SC

A Polícia Civil identificou os dois jovens envolvidos no caso de maus-tratos a um macaco-prego no Parque Ecológico de Maracajá, no Sul de Santa Catarina. O suspeito de agredir o animal com um tapa no rosto é um homem de 23 anos. Já a responsável por gravar as imagens da agressão seria uma mulher de 19 anos (assista acima).

Ao g1 nesta quarta-feira (12), o delegado Adriel Alves afirmou que ambos serão investigados pelo crime de maus-tratos a animal silvestre, previsto no artigo 32 da Lei 9.605/1998, conhecida como Lei de Crimes Ambientais.

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Não há confirmação de quando a agressão aconteceu. Nas imagens, o homem aparece se aproximando e oferecendo um galho de planta ao primata. Em seguida, desfere um tapa no rosto do macaco, que cai de uma ponte de madeira onde estava. É possível ouvir risos na sequência.

Segundo o parque, o primeiro registro do caso foi divulgado em 26 de julho. No domingo (9), um biólogo divulgou as imagens nas redes sociais e o caso ganhou repercussão. A administração tomou conhecimento do episódio na segunda-feira (10), quando encaminhou as imagens às autoridades.

Macaco-prego é agredido com tapa por visitante dentro de parque ecológico

Macaco-prego é agredido por visitante em parque ecológico de SC

Parque abriga animais silvestres

Daniéla Gonçalves, presidente do Instituto Marakinho, que atua no parque, destacou que os visitantes devem respeitar o espaço, evitando alimentar ou tocar nos macacos.

Responsável pela reabilitação e cuidados dos animais do parque, ela conta que episódios como o registrado no vídeo comprometem o trabalho de conservação e prejudicam a interação no local.

"Eles [animais] acabam interpretando que a pessoa que vai chegar perto vai ser um agressor, então começa a aumentar o conflito", explica.

O parque onde ocorreu a agressão tem 112 hectares de Mata Atlântica e é uma unidade de conservação ambiental que funciona como refúgio de diversos animais, além de ser um importante polo de lazer e educação ambiental no sul catarinense, segundo a prefeitura da cidade, responsável pelodo espaço.

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