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'Morreu por acreditar que as pessoas mudariam', diz filha de idosa morta no DF; suspeito é foragido do 'saidão'

Filha fala sobre idosa morta no DF; suspeito é foragido do 'saidão'

G1 — Brasil · 2026-08-12T15:35:05.000Z

Filha fala sobre idosa morta no DF; suspeito é foragido do 'saidão'

Francisca Almeida da Silva, de 70 anos, foi enterrada nesta quarta-feira (12) no cemitério de Taguatinga, no Distrito Federal. O suspeito de matar a idosa é Leonardo Ferreira de Almeida, que teria ainda estuprado três jovens, entre 19 e 23 anos (veja detalhes abaixo). Ele ainda está foragido.

De acordo com a família, Francisca conheceu Leonardo na Papuda em uma visita a um parente e o acolheu porque ele não tinha família. A Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) afirma que o suspeito já estava preso e não retornou da saída temporária do Dia dos Pais, no último dia 6.

"[Francisca] só fez o bem. Por fazer o bem, ela morreu; por acreditar que as pessoas mudariam. Ele não é filho adotivo da minha mãe. Minha mãe simplesmente acolheu, tentou ajudar uma pessoa, só para assassinar ela", disse a filha da idosa, Francivânia Almeida.

Francisca Almeida da Silva, de 70 anos, foi vítima de crime no DF

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Leonardo Ferreira de Almeida é procurado pela polícia do DF

Leonardo é suspeito de estuprar três jovens, entre 19 e 23 anos, e matar uma idosa de 70 anos, em Samambaia, na segunda-feira (10). A jovem de 19 anos foi feita refém e levada pelo homem até São Sebastião, mas conseguiu escapar e pedir ajuda.

A Polícia Militar afirma que, além de ter drogado com remédios que tinham na própria casa e violentado sexualmente as jovens, as vítimas dizem ter sido mantidas em cárcere privado.

A polícia trabalha com a hipótese de que Francisca, de 70 anos, foi morta enforcada. Os investigadores ainda aguardam o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para confirmar a informação. O caso é investigado pela 32ª Delegacia de Polícia.

Leonardo Ferreira de Almeida já responde por homicídio, estupro e furto. Informações sobre o paradeiro dele podem ser repassadas, de forma anônima, para:

Polícia Penal do DF: telefone ou WhatsApp (61) 99666-6000;

Polícia Militar: 190;

Polícia Civil: 197.

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