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Witer Naves, candidato ao governo do TO, declara não ter bens; vice informa R$ 2,7 milhões

Veja prazos do calendário eleitoral de 2026

G1 — Brasil · 2026-08-13T13:00:32.000Z

Veja prazos do calendário eleitoral de 2026

O candidato ao governo do Tocantins Witer Naves, da Federação PSOL Rede, declarou à Justiça Eleitoral que não possui bens a informar no registro de candidatura. A vice da chapa, Lúcia Viana, declarou patrimônio de aproximadamente R$ 2,07 milhões.

Os dados constam no pedido de registro da chapa apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foram disponibilizados para consulta pública. O pedido de candidatura foi registrado no dia 6 de agosto e ainda será analisado pela Justiça Eleitoral.

Os pedidos de registro de candidatura podem ser apresentados à Justiça Eleitoral até as 19h de 15 de agosto, segundo o TSE.

Ataídes de Oliveira, candidato ao governo do TO, declara patrimônio de R$ 54,4 milhões à Justiça Eleitoral

Professora Dorinha, candidata ao governo do TO, declara patrimônio de R$ 2,3 milhões à Justiça Eleitoral

Laurez Moreira declara R$ 9,6 milhões em bens à Justiça Eleitoral; vice Coronel Silva Neto, R$ 839 mil

Vicentinho Júnior declara R$ 3,9 milhões em bens à Justiça Eleitoral; vice Amélio Cayres, R$ 14,4 milhões

Subtenente Luiz Carlos, candidato ao governo do TO, declara R$ 700 mil de patrimônio

Du Pereira declara R$ 1,2 milhão em bens à Justiça Eleitoral; vice informa R$ 581 mil

Witer Naves (PSOL)

Bens de Lúcia Viana

Inicialmente, os dados da candidata a vice-governadora Lúcia Viana divulgados no sistema da Justiça Eleitoral apontavam um valor superior a R$ 2,07 bilhões, mas a Federação PSOL Rede afirmou que a informação resultou de um erro material no preenchimento da declaração. Segundo o partido, o patrimônio correto da candidata é de cerca de R$ 2,7 milhões.

Lúcia declarou possuir dois carros de passeio, uma picape, três imóveis residenciais, um prédio comercial e uma chácara, todos localizados em Palmas.

O bem de maior valor registrado é uma chácara na Gleba II Santa Fé, na zona rural da capital. No sistema da Justiça Eleitoral, o imóvel aparece avaliado em R$ 900 milhões, mas, segundo o partido, o valor correto é de R$ 900 mil, o que teria provocado a distorção no patrimônio total inicialmente divulgado.

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