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Dono da Pixbet, investigada por exploração de jogos de azar, é abordado pela PF e tem carro apreendido, na Paraíba; VÍDEO

Dono da Pixbet tem carro apreendido pela PF, em Campina Grande

G1 — Brasil · 2026-08-13T14:42:44.000Z

Dono da Pixbet tem carro apreendido pela PF, em Campina Grande

Ernildo Júnior, dono da empresa de apostas online PixBet, investigada em uma operação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público e Receita Federal por evasão de divisas e lavagem de dinheiro, foi abordado por agentes da polícia em Campina Grande, nesta quinta-feira (13). Veja imagens acima.

De acordo com a Polícia Federal, o empresário foi abordado enquanto estava em um carro, que foi apreendido, assim como o celular dele, em cumprimento de mandado de busca e apreensão. As imagens foram filmadas e registram o momento da abordagem em uma área na entrada da cidade de Campina Grande.

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O g1 entrou em contato com a defesa do dono da PixBet, assim como a defesa da empresa. Ambas não responderam até a última atualização desta reportagem.

A empresa PixBet é investigada no âmbito de uma operação que apura um grupo empresarial suspeito de evasão de divisas e lavagem de dinheiro por meio de apostas esportivas. Mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em João Pessoa, Campina Grande e Serra Branca, na Paraíba, além de outros quatro estados.

De acordo com informações apuradas pela TV Cabo Branco, a sede da empresa de apostas PixBet, em Campina Grande, foi alvo de mandados de busca e apreensão durante a operação. A casa de um homem apontado como "laranja" do grupo suspeito dos crimes também foi alvo. A identidade dele não foi divulgada.

Além da empresa de apostas da Paraíba, a PixStar, empresa fantasma sediada na ilha de Curaçao, no Caribe, também é alvo da operação. A PF detectou pagamentos entre as duas empresas.

Dono da Pixbet, investigada por exploração de jogos de azar, é abordado pela PF e tem carro apreendido

Estão sendo cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal da Paraíba, além de medidas de quebra de sigilo telemático e bancário e sequestro de até R$ 1,1 bilhão, nos estados da Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná.

A Polícia Federal informou inicialmente que estavam sendo cumpridos 17 mandados de busca e apreensão na operação, no entanto, posteriormente, atualizou para 19 mandados sendo cumprindos.

O advogado Nelson Willains é alvo da operação em uma residência dele em São Paulo. Os agentes federais cumprem mandado de busca e apreensão na mansão do advogado em decisão tomada pela Justiça da Paraíba. Ele é apontado como suspeito de ser o operador financeiro do grupo investigado. Segundo a investigação, ele ocultava bens obtidos pelos criminosos de maneira ilegal, segundo a investigação.

A ação, denominada de "Operação Arena", tem como objetivo investigar o grupo empresarial suspeito de utilizar estrutura societária e financeira da empresa no exterior para ocultar a origem e a destinação de recursos provenientes da exploração de jogos de azar e apostas esportivas.

Os suspeitos podem responder pelos crimes de evasão de dívidas, lavagem de dinheiro, além de outros crises contra o sistema financeiro nacional.

O g1 tenta contato com todos os citados. Por meio de nota, o advogado Santiago Schunck, que representa Nelson Wilians, disse que a relação entre o escritório do seu cliente e a PixBet "é estritamente profissional e decorre da prestação de serviços de advocacia".

Locais dos mandados de busca e apreensão

De acordo com a Receita Federal, os mandatos de busca e apreensão estão sendo cumpridos nos seguintes lugares:

São Paulo (capital)

Rio de Janeiro

Rio de Janeiro (capital)

MP e Receita Federal miram grupo por exploração de jogos de azar e apostas na Paraíba e mais quatro estados

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