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Lúcio Mauro Filho revela que teve câncer no intestino antes de morte da mãe

Lúcio Mauro Filho

G1 — Brasil · 2026-08-13T18:41:08.000Z

Lúcio Mauro Filho

Lúcio Mauro Filho revelou, em entrevista ao programa "Alt Tabet", que teve câncer no intestino pouco antes da morte de sua mãe, em fevereiro de 2024.

O ator foi instigado pelo apresentador Antonio Tabet a contar algo que ele nunca contou antes. Lúcio, então, falou sobre uma série de perdas que sofreu junto com a descoberta da doença, diagnosticada durante um check-up após um tratamento pós-covid.

Lúcio não declarou exatamente o ano que aconteceu, mas citou que foi no início de sua participação no "Caldeirão do Mion" e que usou o trabalho como "uma espécie de cura". Lúcio faz parte da banda fixa do programa comandado por Marcos Mion desde a sua criação, em 2021.

"Lembrei que quando surgiu esse fenômeno que revolucionou a minha vida, que foi o 'Caldeirão' e a coisa da música, aconteceu um momento muito complicado da minha vida, talvez o momento mais complicado. Porque eu tive uma covid que foi meio pesadinha. E por causa dela, eu tive um pânico", afirmou Lúcio.

O ator contou que as crises quando ele voltou para as gravações em estúdio. "Eu, que sempre fui a pessoa mais destemida e não tinha medo de nada, tive uma crise de pânico no primeiro dia. Eu já respeitava a coisa do pânico, sabia que era uma coisa totalmente possível de acontecer com qualquer ser humano. Mas eu não tinha vivido aquilo. E foi devastador. Eu com medo do estúdio, das pessoas, da câmera, da luz. E aí voltei pra casa muito nervoso."

Lúcio conta que começou a tratar a síndrome e, durante o processo, "veio uma questão de uma possibilidade de trombose, de AVC. Meu pai morreu de AVC. Então tive que fazer um longo tratamento pós-covid".

"Quando terminou esse tratamento, tinha que fazer um check-up, para ver se tudo melhorou. Quando faço esse check-up, descobri um câncer no intestino."

O ator ainda afirmou que, "quando estava com tudo resolvido do câncer, mamãe morre de um câncer super agressivo, em sete dias. Morreu nos meus braços".

"Foi uma cavalada de coisa. Na pandemia eu tinha perdido meu padrinho, a madrinha da minha irmã, meu primo Sandro, vovó morreu de depressão, mamãe não pode enterrar. Perdi meu tio, o Paulo Gustavo, Eduardo Galvão... foi uma sequência. Acho que só não sucumbi a tanta coisa ao mesmo tempo acontecendo porque esse olhar feliz pra vida tem uma razão de ser."

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