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Existe um momento reconhecível em qualquer leitura de tarô: a carta vira, a pessoa lê o nome e o rosto muda. São quase sempre as mesmas três, a morte, o diabo e a torre. Elas concentram o imaginário de tragédia que cerca o baralho, e é…
Folha — Em Cima da Hora · 2026-08-14T10:00:00.000Z
Existe um momento reconhecível em qualquer leitura de tarô: a carta vira, a pessoa lê o nome e o rosto muda. São quase sempre as mesmas três, a morte, o diabo e a torre. Elas concentram o imaginário de tragédia que cerca o baralho, e é justamente esse imaginário que atrapalha a leitura.
Leia mais (08/14/2026 - 07h00)