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Ao centro, Rogério Marinho (PL-RN) aparece junto do candidato presidencial Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
G1 — Brasil · 2026-08-14T20:54:51.000Z
Ao centro, Rogério Marinho (PL-RN) aparece junto do candidato presidencial Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Andressa Anholete/Agência Senado
Flávio Bolsonaro e o senador Rogério Marinho, coordenador da campanha do presidenciável, rebateram as falas do presidente do PSD e candidato a vice Gilberto Kassab feitas nesta quinta (13) sobre as eleições. Kassab disse que Flávio tem "chance zero" de vencer a eleição.
Em uma rede social, Marinho escreveu que o PSD tem ministros do governo, que o partido funciona como linha auxiliar de Lula e questiona a candidatura de Ronaldo Caiado à presidência.
"O PSD do Kassab tem três ministros no governo do PT e se comporta de forma previsível como linha auxiliar, para tentar de qualquer forma eleger Lula", escreveu o senador.
"Está cada vez mais claro que a candidatura apresentada não é para valer e que o sistema se uniu por se sentir ameaçado. As máscaras estão caindo! Mas esqueceram de combinar com o povo e Flávio Bolsonaro vencerá as eleições para retomarmos os trilhos da prosperidade."
Flávio também rebateu o oponente, acusando o PSD de estar com Lula.
“Não sei como os outros candidatos a Presidente que se dizem de direita pensam, mas eu sempre tive muito claro na minha cabeça que seriam TODOS contra o PT”, escreveu. “Minha disputa é para resgatar o Brasil do cativeiro, e não pelo poder.”
Jantar do PSD com empresários
Caiado e Kassab participaram de um encontro com empresários em um clube em Higienópolis, na região central de São Paulo, na noite desta quinta-feira (13). O objetivo do encontro, promovido por Andrea Matarazzo e pelo PSD, era apresentar as propostas da chapa que concorre à Presidência para o país.
Ronaldo Caiado (à esq.) e Gilberto Kassab em encontro com empresários
Kassab afirmou, durante a sua fala para uma plateia de mais de 200 pessoas, que, na sua avaliação, os partidos do Centrão estão com Lula (PT) e que a chance de Flávio ganhar a eleição é "zero". Citando a experiência política e a reputação que ele tem de acertar resultados, disse que o oponente "não tem a menor chance".
Kassab disse ainda que Flávio deve sofrer mais desgastes após o início oficial da campanha: "Na hora em que o jogo começar, em que o PT mostrar quem é o Flávio, as pessoas no entorno dele, ele vai desabar".
Disse ainda que os partidos do Centrão "deram um presente" a Caiado ao abrirem mão de candidatura porque deram mais tempo de TV aos presidenciáveis. “Caiado tinha 50 segundos, agora tem dois minutos e quase 20 segundos, é uma eternidade, quase uma novela no horário gratuito. Podem ter certeza de que isso vai fazer a diferença”, disse Kassab.
A plateia era variada. Entre os presentes, estavam a socialite Narcisa Tamborindeguy, que assistiu às falas da primeira fileira, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, o ex-ministro da Justiça Nelson Jobim e o secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva.
Caiado focou sua experiência na política, foi aplaudido quando mencionou a aprovação alta em Goiás, fez críticas a Lula e Flávio e disse que governará para “pacificar o Brasil”.
Os dois candidatos também pediram engajamento dos empresários na campanha, em uma tentativa de atrair votos para a chapa. Também houve distribuição de boletos no valor de R$ 20 mil, com código QR para facilitar o repasse, para que os empresários possam doar recursos para o partido.