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Dos nomes às tradições: Como os bairros ajudam a preservar a identidade de Teresina

Piauí de Riquezas percorre bairros de Teresina e revela histórias que ajudam a construir a identidade da capital

G1 — Brasil · 2026-08-15T20:37:32.000Z

Piauí de Riquezas percorre bairros de Teresina e revela histórias que ajudam a construir a identidade da capital

Os bairros de Teresina guardam histórias que ajudam a contar a formação e a identidade da capital piauiense. Neste sábado (15), véspera dos 174 anos da cidade, o programa Piauí de Riquezas percorreu diferentes regiões da capital para mostrar tradições, personagens e iniciativas que mantêm viva a memória teresinense.

Segundo a pesquisadora Viviane Pedrazane, alguns bairros têm nomes ligados à tradição católica, como Santa Maria da Codipi, Nossa Senhora de Fátima e Santo Antônio. Outros fazem referência às características geográficas da região, como Piçarra, Piçarreira e Pedra Mole.

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Um dos bairros mais tradicionais da Zona Norte da capital, o Mocambinho reúne áreas de preservação ambiental, espaços de convivência e moradores que acompanharam o crescimento da região ao longo das últimas décadas.

No bairro está localizado o Jardim Botânico de Teresina, um espaço de preservação ambiental com 37 hectares. O local abriga fauna e flora diversificadas e quatro trilhas.

Além de integrar o patrimônio ambiental de Teresina, o Jardim Botânico contribui para a preservação de uma importante área verde da cidade.

Piauí de Riquezas percorre bairros de Teresina e revela histórias que ajudam a construir a identidade da capital

No bairro Dirceu, Zona Sudeste de Teresina, artesãs ajudam a preservar uma tradição transmitida entre gerações. Na Associação das Tecelãs Raimunda Alves, são produzidos tapetes, jogos americanos e outras peças.

Entre as artesãs está Maria Sousa, integrante da associação desde 2009, quando encontrou na atividade uma profissão que também lhe proporciona prazer e acolhimento.

“Dá ansiedade para estar aqui no outro dia. Eu amo meu trabalho. Para não vir para cá, só se eu estiver doente. Quando a gente chega aqui, esquece de tudo”, contou Maria.

*Yngridy Vieira, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena.

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