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Polícia investiga ameaça contra Flávio Bolsonaro
G1 — Política · 2026-08-15T20:45:08.000Z
Polícia investiga ameaça contra Flávio Bolsonaro
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República afirmou neste sábado (15) que a Polícia Legislativa do Senado foi ágil ao identificar o autor de uma ameaça ao candidato nas redes sociais e lembrou do episódio de 2018, quando Jair Bolsonaro sofreu uma facada durante um ato em Juiz de Fora (MG).
Neste sábado, também em Juiz de Fora, um homem foi levado para prestar depoimento, suspeito de postar ameaças ao senador nas redes sociais.
O suspeito foi alvo de mandado de busca e apreensão, com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais. Flávio tem ato de campanha marcado na cidade na próxima segunda-feira (17)
"Em uma ação ágil, o setor de inteligência da Polícia do Senado identificou o autor de ameaçar uma facada contra o senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, em uma rede social", diz a nota.
A Polícia Legislativa informou ter identificado uma publicação nas redes sociais de Flávio Bolsonaro em que o homem escreve a frase: "dessa vez deixa comigo". O comentário é acompanhado de emojis de facas.
Segundo a Polícia do Senado, a ameaça foi identificada pela sala de situação de inteligência, no monitoramento de riscos a parlamentares em campanha, e levada ao conhecimento do senador, que formalizou representação criminal perante a Polícia Legislativa.
A campanha do senador destaca trechos da decisão judicial que autorizou a operação contra o suspeito, alegando que a postagem "não pode ser tratada simplesmente como crítica política ou manifestação de pensamento".
Segundo a nota, a atuação da Polícia Legislativa integra um conjunto de medidas de segurança institucional adotadas pela Secretaria de Polícia do Senado para o período eleitoral de 2026.
O órgão tem realizado um trabalho de inteligência para acompanhar as agendas públicas dos parlamentares em campanha.
"A investigação prossegue sob sigilo, resguardados o devido processo legal e a presunção de inocência", diz a nota.