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Montagem de fotos com os candidatos ao governo de MG
G1 — Brasil · 2026-08-16T07:00:38.000Z
Montagem de fotos com os candidatos ao governo de MG
Todos os candidatos ao governo de Minas Gerais enviaram até a noite deste sábado (15) declarações de bens ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que variam de R$ 479 a R$ 13,35 milhões. Alguns deles informaram que não têm patrimônio.
A disputa pelo cargo de governador tem 11 nomes confirmados no estado. São eles, em ordem alfabética:
Alexandre Kalil (PDT)
Ben Mendes (Missão)
Flávio Roscoe (PL)
Gabriel Azevedo (MDB)
Henrique Áreas (PCO)
Indira Xavier (UP)
Mateus Simões (PSD)
Patrus Ananias (PT)
Rafael Duda (PSTU)
Túlio Lopes (PCB)
O prazo para o registro das candidaturas no TSE terminou no sábado. A declaração de bens é um dos requisitos obrigatórios para participar do pleito e permite que os eleitores consultem o patrimônio informado por quem disputa as eleições.
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A campanha política começa oficialmente neste domingo (16). O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e o segundo deve acontecer em 25 de outubro.
Veja, abaixo, os patrimônios declarados pelos candidatos ao governo de MG:
Alexandre Kalil (PDT): R$ 5,9 milhões
Alexandre Kalil (PDT)
O candidato do PDT ao governo de Minas Gerais, Alexandre Kalil, declarou R$ 5,94 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Em comparação com a eleição de 2022, o valor informado por ele ao TSE cresceu aproximadamente 62,6%. Há quatro anos, o patrimônio era de R$ 3,65 milhões.
A maior evolução na declaração de Kalil ocorreu com a incorporação de bens herdados por sua esposa e o crescimento de depósitos mantidos no exterior. A grande maioria dos imóveis, participações societárias e veículos dele permaneceu exatamente pelos mesmos valores entre as duas eleições.
Ben Mendes (Missão): sem bens a declarar
Ben Mendes (Missão)
O candidato do Missão ao governo de Minas Gerais, Ben Mendes, informou à Justiça Eleitoral que não tem bens a declarar. Como ele é estreante na política, o TSE não tem informações sobre o patrimônio dele em períodos anteriores.
Cleitinho (Republicanos): 956,5 mil
senador Cleitinho (Republicanos-MG).
Ton Molina/Agência Senado
O candidato do Republicanos ao governo de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo, informou um patrimônio de R$ 956,5 mil à Justiça Eleitoral.
Em comparação com a eleição de 2022, o valor declarado por Cleitinho aumentou cerca de 76%. Há quatro anos, o então vereador informou R$ 544 mil.
Flávio Roscoe (PL): R$ 13,3 milhões
Flávio Roscoe (PL)
O candidato do PL ao governo de Minas Gerais, Flávio Roscoe, informou um patrimônio de R$ 13,35 milhões à Justiça Eleitoral. Como ele é estreante na política, não há informações na Justiça Eleitoral sobre o patrimônio dele em períodos anteriores.
O destaque da declaração é um depósito a prazo, no valor de R$ 7,22 milhões. No segmento imobiliário, o principal ativo é um apartamento em Nova Lima (MG), avaliado em R$ 2,1 milhões, além de duas salas comerciais, declaradas por R$ 150 mil, em Belo Horizonte.
Gabriel Azevedo (MDB): R$ 1,7 milhão
Gabriel Azevedo (MDB)
Karoline Barreto/ CMBH
O candidato do MDB ao governo de Minas Gerais, Gabriel Azevedo, declarou R$ 1,7 milhão em bens à Justiça Eleitoral. Em comparação com a eleição de 2024, o valor informado por Gabriel ao TSE cresceu 36,86%. Há dois anos, ele havia registrado R$ 1,24 milhão ao se candidatar à Prefeitura de Belo Horizonte.
A maior evolução no patrimônio de Gabriel entre as eleições de 2024 e 2026 ocorreu com a aquisição de um novo imóvel, de R$ 406 mil, e a reestruturação de sua carteira de investimentos. Na categoria de bens móveis, a coleção de bicicletas do candidato passou de duas unidades avaliadas em R$ 7,5 mil para quatro modelos que somam R$ 35 mil em 2026.
Henrique Áreas (PCO): Não tem bens a declarar
O candidato do PCO ao governo de Minas Gerais, Henrique Áreas, informou à Justiça Eleitoral que não tem bens a declarar.
Henrique Áreas já disputou o cargo de vice-prefeito de São Paulo, em 2020 e, neste ano também não declarou bens.
Indira Xavier (UP): R$ 479
Indira Xavier (UP) em entrevista gravada para o MG1
A candidata do UP ao governo de Minas Gerais, Indira Xavier, declarou R$ 479,89 em bens à Justiça Eleitoral. O valor informado por ela ao TSE refere-se a um depósito em conta corrente e é cerca de 19% menor que o indicado em 2024, quando se candidatou à Prefeitura de Belo Horizonte e registrou R$ 592,97.
Mateus Simões (PSD): R$ 2,9 milhões
Mateus Simões (PSD)
Cristiano Machado/ Imprensa MG
O governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), candidato à reeleição, declarou R$ 2,9 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Em comparação com a eleição de 2022, o valor informado por ele ao TSE caiu 2,71%. Há quatro anos, o então candidato a vice-governador registrou R$ 2,98 milhões.
O patrimônio de Simões ficou R$ 80,7 mil menor. As principais quedas foram registradas em recursos aplicados em ações, fundos e renda fixa.
Patrus Ananias (PT): R$ 1,24 milhão
Patrus Ananias (PT)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
O candidato do PT ao governo de Minas Gerais, Patrus Ananias, declarou R$ 1,24 milhão em bens à Justiça Eleitoral. Em comparação com a eleição de 2022, quando foi eleito deputado federal, o valor informado por ele ao TSE cresceu 21,65%. Há quatro anos, seu patrimônio era de R$ 1,02 milhão.
A maior evolução no patrimônio declarado por Patrus entre as eleições de 2022 e 2026 ocorreu, principalmente, com a venda de imóveis de alto valor e veículos para concentrar seus recursos em aplicações de longo prazo e previdência privada.
Rafael Duda (PSTU): sem bens a declarar
Rafael Duda (PSTU)
O candidato do PSTU ao governo de Minas Gerais, Rafael Duda, informou à Justiça Eleitoral que não tem bens a declarar neste ano.
A última eleição da qual Rafael participou foi em 2024, quando se candidatou à Prefeitura de Congonhas (MG). Na ocasião, ele informou ao TSE um patrimônio de R$ 90 mil, referente a um apartamento, de dois quartos, financiado pela Caixa Econômica Federal.
Túlio Lopes (PCB): sem bens a declarar
Túlio Lopes (PCB)
O candidato do PCB ao governo de Minas Gerais, Túlio Lopes, informou à Justiça Eleitoral que não têm bens a declarar. Ele já tentou se candidatou a deputado estadual em 2006, a governador em 2014, a vereador em 2016 e a senador em 2018.
A única declaração de patrimônio enviada ao TSE ocorreu em 2014, quando ele afirmou ter R$ 7 mil, referentes a um Fiat Uno 1997.
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