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Abdoulaye Dieng de 1 ano e meio e o pai dele. A família é natural do Senegal.
G1 — Brasil · 2026-07-22T18:09:35.000Z
Abdoulaye Dieng de 1 ano e meio e o pai dele. A família é natural do Senegal.
Um menino de 1 ano e meio morreu na manhã desta quarta-feira (22) após prender a cabeça em uma grade dentro da Creche Luz do Brás, na região da Mooca, na Zona Leste de São Paulo. O caso foi registrado pela Polícia Civil como homicídio culposo, quando não há intenção de matar, e é investigado pelo 8º Distrito Policial (Brás).
Segundo o boletim de ocorrência, a criança, identificada como Abdoulaye Dieng estava participando de uma atividade recreativa quando se aproximou de uma grade instalada em uma parede da creche. Ela teria colocado a cabeça no espaço entre a grade e a alvenaria e não conseguiu se soltar. Funcionários retiraram o menino e pediram socorro.
Segundo apuração da TV Globo, exames realizados na unidade de saúde não detectaram fraturas, mas os pais do bebê encontraram machucados no corpo dele, segundo o advogado que os representa. A família é natural do Senegal.
Ainda de acordo com o registro policial, uma equipe da Polícia Militar foi acionada por volta das 9h20, depois de ser abordada por funcionárias da unidade que saíam da creche carregando a criança no colo. O menino foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Mooca, mas não resistiu e morreu após receber atendimento médico.
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A Polícia Civil informou que o local foi preservado para realização de perícia pelo Instituto de Criminalística (IC). Também foi solicitado exame necroscópico ao Instituto Médico Legal (IML), que deve ajudar a esclarecer a causa da morte.
O boletim de ocorrência lista como investigadas seis pessoas ligadas à instituição de ensino, entre elas coordenadoras, diretoras e pedagogas. Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso. A polícia afirma que aguarda os laudos periciais e realizará outras diligências para esclarecer as circunstâncias do acidente.
A Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria da Segurança Pública foram procuradas, mas não se manifestaram sobre o caso até a última atualização desta reportagem.