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Míssil Tomahawk sendo disparado do destróier USS Thomas Hudner durante a guerra do Irã em março de 2026.
G1 — Mundo · 2026-08-17T13:48:47.000Z
Míssil Tomahawk sendo disparado do destróier USS Thomas Hudner durante a guerra do Irã em março de 2026.
O governo Trump anunciou nesta segunda-feira (17) a produção "acelerada" de centenas de novos mísseis Tomahawk, de longo alcance e alta precisão, em meio a uma escassez de projéteis ofensivos e defensivos por conta da guerra do Irã.
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A produção dos projéteis foi formalizada em um contrato "histórico" de US$ 22,9 bilhões (cerca de R$ 119 bilhões) com a empresa Raytheon, especializada nos armamentos militares, segundo o Departamento de Guerra norte-americano.
Em comunicado, o órgão disse que o contrato acelerará a produção do míssil Tomahawk e chamou a arma de "essencial para ataques de longo alcance e para dissuadir agressões e proteger o território nacional" dos EUA.
A Raytheon afirmou nesta segunda que o contrato terá duração de sete anos e permitirá aumentar a produção anual de Tomahawk para mais de 1.000 mísseis. Atualmente, a empresa produz apenas 60 deles por ano. A empresa afirmou que triplicou a quantidade de projéteis entregues no 1º semestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025.
“Pedimos à indústria que ampliasse rapidamente a produção de munições, e a RTX está cumprindo esse pedido. (...) Esse contrato histórico para o Tomahawk garante que nossos combatentes continuem dispondo do poder de fogo letal de que precisam”, afirmou o secretário interino da Marinha, Hung Cao, em uma publicação na rede social X.
Lançado a partir de navios e submarinos, o Tomahawk é um dos principais armamentos da frota da Marinha norte-americana e oferece capacidade de ataque de precisão de longo alcance contra alvos terrestres. O armamento foi utilizado amplamente durante a guerra contra o Irã, e esteve envolvido no ataque que matou mais de 170 crianças iranianas em uma escola em Minab.