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Mulher é morta a pauladas em Chapadinha; suspeito é preso horas depois

Mulher é morta a pauladas em Chapadinha; suspeito é preso horas depois

G1 — Brasil · 2026-08-17T18:44:28.000Z

Mulher é morta a pauladas em Chapadinha; suspeito é preso horas depois

Uma mulher identificada como Claudiomar Ferreira Soares, de 43 anos, foi morta a pauladas na manhã desse domingo (16), na rua Nossa Senhora das Dores, no bairro Parque Independência, em Chapadinha, a 245 km de São Luís.

Segundo a Polícia Militar do Maranhão (PM-MA), o suspeito do crime, Amós da Conceição Silva, de 43 anos, era conhecido da vítima e foi preso horas depois.

De acordo com a PM, uma equipe do 16º Batalhão foi acionada por volta das 5h20, após receber informações sobre uma aglomeração e uma mulher caída no local.

Quando os policiais chegaram ao endereço, encontraram Claudiomar no chão, já sem vida. Segundo a PM, ela apresentava hematomas na cabeça e um dos braços aparentemente quebrado. Testemunhas relataram à polícia que a vítima teria sido atacada a pauladas e apontaram Amós como suspeito do crime.

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A área foi isolada pela Polícia Militar até a chegada da Polícia Civil e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para os procedimentos necessários.

Após o crime, equipes policiais iniciaram buscas em vários bairros de Chapadinha. Inicialmente, os militares foram até um endereço ligado ao suspeito, mas não conseguiram encontrá-lo.

Suspeito preso horas depois

O suspeito do crime, Amós da Conceição Silva, de 43 anos, era conhecido da vítima e foi preso horas depois.

Por volta das 9h15, cerca de quatro horas após o homicídio, uma equipe da Força Tática localizou Amós na Rua Durval Lopes, no bairro Campo Velho, em Chapadinha.

Segundo a PM, após receber as informações sobre o homicídio e a identificação apontada por testemunhas, os policiais realizaram buscas pela cidade até encontrarem o suspeito.

Amós recebeu voz de prisão e foi levado para a Delegacia Regional de Polícia Civil de Chapadinha, onde ficou à disposição da Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

Segundo o tenente-coronel Jaldemir Santos, comandante do 16º Batalhão da Polícia Militar (16º BPM), no momento da prisão, o suspeito alegou que não se lembrava do que havia ocorrido.

Amós foi apresentado na delegacia sem lesões corporais aparentes. As circunstâncias e a motivação do crime serão investigadas pela Polícia Civil.

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